Maio amarelo: minha escolha faz a diferença!

O Movimento Maio Amarelo nasceu com a proposta de chamar a atenção da sociedade para o alto índice de mortes e feridos no trânsito em todo o mundo. O objetivo do movimento é uma ação coordenada entre o Poder Público e a sociedade civil. A intenção é colocar em pauta o tema segurança viária e mobilizar toda a sociedade, envolvendo os mais diversos segmentos: órgãos de governos, empresas, entidades de classe, associações, federações e sociedade civil organizada para, fugindo das falácias cotidianas e costumeiras, efetivamente discutir o tema, engajar-se em ações e propagar o conhecimento, abordando toda a amplitude que a questão do trânsito exige, nas mais diferentes esferas. (maioamarelo.com

 

 

 


Neste ano, o tema definido pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran) para as campanhas educativas de trânsito no país, inclusive o Maio Amarelo, é “minha escolha faz a diferença”. A proposta do tema é conscientizar todos os envolvidos no trânsito de que os acidentes são os resultados das escolhas que cada um faz. (www.ms.gov.br)

 

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Estacionamentos irregulares

Nos últimos anos, principalmente nas grandes cidades, o número de veículos circulando pelas ruas cresceu consideravelmente. Essa grande quantidade de carros e motos no trânsito agravou antigos problemas como aumento do número de acidentes e de congestionamentos. Tudo isso, somado à falta de planejamento urbano das nossas cidades, também agravou outro problema: a falta de estacionamento.

Nesse contexto, é comum observarmos Brasil afora diversos estabelecimentos comerciais utilizando suas calçadas como estacionamento para seus clientes. Em Campo Grande (MS) não é diferente. Basta darmos uma volta pela cidade para verificar vários estacionamentos que atrapalham a circulação dos pedestres, pois na grande maioria dos casos, os proprietários dos estabelecimentos desconhecem (ou fingem desconhecer) a maneira correta de se utilizar a “calçada” como estacionamento, mais conhecido como acomodação transversal de veículos.

 
Por outro lado, motoristas apressados, desrespeitosos e sem consciência têm o péssimo hábito de estacionar seus carros em qualquer lugar. Nesse caso, a culpa está muito longe de ser dos comerciantes.

Conheçamos abaixo alguns locais que priorizam apenas seus clientes “motorizados” ou que são frequentados por motoristas bastante mal educados.


IMG_1184 editEste estacionamento é do Eskina do Frango, localizado na Rua Rodolfo José Pinho esquina com a Rua Sebastião Lima. Os veículos estacionados na frente da entrada principal do prédio (voltada para a Rua Rodolfo José Pinho) invadem a faixa livre da calçada e, consequentemente, o piso tátil, atrapalhando a passagem de pessoas com ou sem dificuldade de locomoção. Se os motoristas estacionassem seus carros mais próximos ao prédio, talvez a passagem não fosse prejudicada, mas não é isso que acontece na prática. (Foto: 09/06/2015)



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Dica de cidadania: Como eu posso melhorar o trânsito na minha cidade?

O trânsito de Campo Grande (MS) já um tema recorrente no cotidiano de motoristas, motociclistas, pedestres, ciclistas e cadeirantes. Basta acessar as notícias da cidade e acompanhar o número de acidentes insensatos. Sempre acreditei que o número e gravidade de acidentes estão ligados ao tripé: educação, sinalização e fiscalização. E todos são falhos por aqui.

Eu fui motociclista durante seis anos, dirijo há quase dez e sou pedestre desde sempre. Atualmente sou ciclista e conheço bem a realidade de cada uma dessas categorias. Tenho amigos com pais cadeirantes e escuto as barbaridades que acontecem nas ruas. Isso me dá um panorama geral nos aspectos do trânsito na cidade.


figuraImagem: Diário de Pernambuco



Uma vez, no CEM – Centro de Especialidades Médicas -, um amigo contou presenciou um médico (!!) estacionando seu carro numa guia rebaixada. Ele deve ter imaginado, com certeza, que os cadeirantes iriam voar até alcançar a calçada. Sério, desnecessário.

Como motociclista, ficava indignada com a lentidão dos motoristas. Inúmeras vezes o sinal fechou porque o motorista da frente estava verificando o celular. Incontáveis vezes fiquei esperando o “sem-noção” tirar o carro “estacionado” no meio da rua para seguir o meu caminho. Também já quase sofri diversos acidentes por conta de animais que invadiram a pista, ou por cachorrinhos que gostam de perseguir motos.

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Como o cinto de segurança salvou minha vida e a do meu filho

Férias se aproximando, famílias se preparando para viajar, crianças fazendo planos, enfim, a grande maioria da população viaja utilizando seus veículos e, com isso, aumenta consideravelmente o fluxo do tráfego nas estradas em todas as regiões do Brasil no final de ano. Vou relatar um fato do meu acidente que salvou a minha vida e a do meu filho e que pode auxiliar os leitores a refletirem. 
 
No dia 2 de outubro de 2006 estávamos retornando de mais um período de férias em Piumhi, MG, minha querida cidade natal, onde havíamos passado dias inesquecíveis e maravilhosos na casa dos meus pais, hoje falecidos. Eu conduzi nosso carro até Divinópolis, quando meu concunhado assumiu a direção porque eu não tinha segurança para trafegar no anel rodoviário de Belo Horizonte. 
 
Desde pequeno meu filho foi acostumado a viajar e sempre ficar no banco traseiro do carro. Com quase 5 meses, eu o levava no bebê conforto de manhã para a creche da universidade onde trabalho e o pegava à tarde. Depois mudou para a cadeirinha e agora, com 9 anos, ele utiliza apenas o assento. Enfim, ele nunca teve problemas em aceitar o uso da cadeirinha. Voltando ao dia do acidente, eu sempre viajava no banco traseiro, pela necessidade em atendê-lo e, às vezes, para brincar com ele. Assim as viagens mais longas tornavam-se menos cansativas. 
 
Ressalto que estávamos seguindo todas as normas de segurança de trânsito na estrada. No dia do acidente ele estava com 4 anos. A exigência do Código Nacional de Trânsito para essa idade é o uso da cadeirinha no banco traseiro. Eu estava sentada do lado oposto do motorista, que por sinal tinha larga experiência em viagens no trecho BH – Viçosa. E também sempre utilizava e utilizo até hoje o cinto de segurança. O veículo em que estávamos tinha o cinto de três pontos. Ressalto que a utilização do cinto no meu caso sempre foi pela necessidade de segurança que sentia e sinto até hoje, além de procurar dar o exemplo para meu filho. Em todas as viagens que fazia e faço até hoje, procuro acompanhar tudo que ocorre na estrada, principalmente depois do nascimento dele, que também gosta de fazer o mesmo para se distrair. Por causa disso, raramente durmo durante as viagens.
 
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