Flagrante – Sandra Frasca (VII)

Seguidora: Sandra Frasca Alvarenga Rios
E-mail: [email protected]

Data da foto: 24/11/2014
Local: Rua Sílvio Romero, em frente à Praça São Lourenço, em Campo Grande – MS.
Descrição: Em uma calçada, que já é estreita, foi instalada a lixeira de um condomínio, bloqueando a passagem de pedestres e cadeirantes. Além disso, o piso da calçada é irregular e não há sinalização tátil no local.

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Flagrante – Thaynara Tomikawa (II)

Seguidora: Thaynara Tomikawa
Twitter: @thay_tomikawa
Data da foto: 26/10/2014
Local: Avenida Afonso Pena 354, na frente do Hotel Indaiá, em Campo Grande – MS.
Descrição: Camionete branca estacionada sobre a calçada e o piso tátil, dificultando a passagem de pedestres, principalmente os com deficiência visual. Vale ressaltar que a área para embarque/desembarque do hotel avança até o meio fio, prejudicando a circulação dos pedestres quando algum veículo está estacionado no local.

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Flagrante – Milena de Ré (XVIII)

Seguidora (membro da equipe): Milena Carolina Campos de Ré
Twitter: @milenadere
Data da foto: 27/08/2014
Local: Avenida Eduardo Elias Zahran quase esquina com a Rua Everest, Campo Grande – MS.
Descrição: A calçada possui piso tátil, porém sua instalação é interrompida sem “motivo” aparente, prejudicando a circulação de deficientes visuais.

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Pérolas da acessibilidade

Depois de vários posts e muitas visitas, resolvi listar e compartilhar com vocês algumas “pérolas da acessibilidade” que já vimos por aí. Escolhi algumas fotos que me marcaram e me fazem recordá-las sempre que vejo algo semelhante.


imagemCalçada com piso tátil, porém o mesmo foi instalado “junto” das barreiras arquitetônicas. Um exemplo de falsa acessibilidade e de desperdício de dinheiro.

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Flagrante – Maria Alice (XXXIII)

Seguidora (membro da equipe): Maria Alice Furrer
Twitter: @marialiceff
Data da foto: 26/08/2014
Local: Rua Aluízio de Azevedo esquina com a Rua Aníbal de Toledo, Campo Grande – MS.
Descrição: Nesta esquina, há um telefone público bem ao lado de um rebaixamento de guia. O problema é que o telefone não possui sinalização tátil, oferecendo risco de colisão a deficientes visuais por se tratar de um obstáculo suspenso.

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