Embarques e desembarques do Brasil aos Estados Unidos

Em maio de 2014, tive a felicidade de conhecer a terra do “Tio Sam”, juntamente com meus pais e a Maria Alice.

Durante a viagem, que começou em Campo Grande (MS) e terminou em Nova Iorque, resolvemos registrar nossos embarques e desembarques nos aeroportos e dividirmos essa experiência com vocês, mostrando um pouco da minha realidade como cadeirante.

Antes das fotos, vamos à norma técnica que trata sobre a acessibilidade da pessoa com deficiência no transporte aéreo comercial, a NBR 14273/1999. Essa norma tem como objetivo estabelecer os padrões e critérios que visam proporcionar às pessoas com deficiência condições adequadas e seguras de acessibilidade autônoma ao aeroporto e às aeronaves das empresas de transporte aéreo público regular, regional e suplementar.

Essa norma técnica trata de várias especificações, mas neste post vamos nos atentar apenas aos embarques e desembarques.

É válido lembrar que em 2013 a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) publicou as novas regras sobre o acesso ao transporte aéreo de Passageiros com Necessidade de Assistência Especial (PNAE). O novo regulamento (Resolução nº. 280/2013) sobre os procedimentos relativos à acessibilidade foi submetido ao processo de audiência pública em 2012, com sessões presenciais em setembro, em Brasília, e em outubro, em São Paulo (Portal ANAC).


A ida…

Aeroporto Internacional de Campo Grande – embarque


fotoApós os trâmites para acessarmos a sala de embarque, nos apresentamos no portão indicado. Em seguida, ao iniciar o embarque, um funcionário da companhia me conduziu até a aeronave.

Geralmente o embarque das prioridades (pessoas com deficiência, gestantes, idosos, crianças desacompanhadas e outros) é realizado antes dos demais passageiros. Já no desembarque o procedimento é o inverso, ou seja, as prioridades desembarcam por último.


fotoNo Aeroporto Internacional de Campo Grande não há ambulift ou passarela telescópica (finger), os quais servem para conduzir os passageiros até o avião sem precisar subir ou descer escadas.

A NBR 14273/1999 afirma que, em caso de problema no funcionamento ou inexistência do sistema de elevação, a pessoa com deficiência deve ser transportada até a porta da aeronave por intermédio de funcionários treinados para esta atividade, de modo confortável e seguro. No caso desse aeroporto, notamos que não houve um treinamento específico para que os funcionários embarquem ou desembarquem os passageiros com conforto e segurança.


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