Flagrante – Maria Alice (CII)

Leitora (membro da equipe): Maria Alice Furrer Matos Rios
Twitter: @marialiceff
Data das fotos: 23/05/2017
Local: Rua Rui Barbosa, esquina com a Rua Barri, Campo Grande – MS.
Descrição: A calçada deste posto de gasolina não possui piso tátil, prejudicando a circulação de deficientes visuais pelo local.

 

 

 

 

Flagrante – Maria Alice (XCV)

Seguidora (membro da equipe): Maria Alice Furrer Matos Rios
Twitter: @marialiceff
Data da foto: 08/02/2017
Local: Loja da Vivo, Shopping Campo Grande, Campo Grande – MS.
Descrição: Banner alocado sobre o piso tátil da loja, atrapalhando a função do piso, que é a de guiar os deficientes visuais.

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Flagrante – Diego Rios (LI)

Seguidor (membro da equipe): Diego Rios
Twitter: @dr_diegorios
Data da foto: 15/02/2016
Local: Rua Amélia Tognini, Bairro Jardim Mansur, Campo Grande – MS.
Descrição: Neste trecho de calçada, há duas árvores de copa baixa plantadas muito próximas do piso tátil. Assim, um deficiente visual que esteja se guiando pelo piso, pode se chocar contra as copas dessas árvores e se machucar.

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Consumidores com deficiência visual e os rótulos em Braille

Um único passeio pelo supermercado é o suficiente para constatar que a presença de pessoas cegas pelos corredores desses estabelecimentos comerciais só é possível graças à ajuda de alguém para auxiliar nas compras. Embora o Sistema Braille não se configure como estereótipo da cegueira, é através dos rótulos e embalagens que o público consumidor entra em contato com o produto que deseja adquirir, devendo ser assim também para quem não enxerga.

 lasanha sadia brailleFoto: Revista BRF



Não se trata de replicar um “mundo” para os cegos, mas oferecer-lhes condições de consumir produtos com autonomia, possibilitando a esse público identificar as informações mais importantes veiculadas nas embalagens. Isso só será possível a partir da adoção de medidas específicas, tais como inscrição em Braille e embalagens com formatos ou texturas diferenciadas. A embalagem é um fator que complementa uma marca e, por isso, precisa comunicar ao consumidor sua identidade com objetividade e clareza.

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Como conseguir um cão-guia

Simon é um Labrador que nos encantou nessa matéria sobre sua aposentadoria, ao cumprir a missão como cão-guia do radialista Alberto Pereira. No caso do Alberto, ele e sua família vão continuar com o Simon, mas caso não pudessem manter o animal, ele iria para um abrigo.




Primeiro eu estava um pouco frustrada por não conseguir falar com nenhuma das ONGs que localizei na internet que treinam e disponibilizam cães-guia para deficientes visuais no Brasil. Daí, falando com o Lucas Radaelli, que inclusive já escreveu aqui no blog sobre sua experiência com um cão-guia, é que consegui ter um panorama melhor de como conseguir um. Para começar, no Brasil isso não é nada fácil. Liguei e mandei e-mail para todas as ONGs que achei no Google e não tive sucesso. Com o Lucas não foi diferente. Ele buscou seu animal no exterior, na Organização Guiding Eyes. De acordo com a Federação Internacional de Cães-Guia, o lugar mais próximo para um sul-americano conseguir um cachorro seria indo aos EUA ou Canadá. Moleza!

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Wearables promovem acessibilidade a deficientes visuais

Em cidades com uma geografia irregular ou mal projetada, deficientes físicos e idosos tornam-se muito mais dependentes de outras pessoas ou de veículos próprios para se deslocar.

Na mesma onda da automação comercial e doméstica, os laboratórios de tecnologia estão atentos para esta situação e veem na acessibilidade para deficientes visuais um conjunto de necessidades a serem atendidas. Enquanto surgem tecnologias para tornar o ambiente doméstico mais prático, a vida pública também é beneficiada com gadgets que melhoram o deslocamento nas ruas.

A Intel, por exemplo, desenvolveu uma nova geração de chips para “dispositivos vestíveis”, conhecidos como wearables, do tamanho de um botão de camisa. Com lançamento previsto para o segundo semestre de 2015, os chips RealSense podem ser usados em roupas, óculos e outros acessórios, permitindo aos deficientes visuais uma “leitura” do ambiente com precisão ao processarem imagens em 3D. Bom né?


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Concorrendo com a mesma ideia, a Microsoft apresentou um conceito do “Alice Band”, um gadget vestível que auxilia deficientes visuais a interpretarem o ambiente ao seu redor, promovendo uma livre mobilidade já que cria condições para o usuário escolher a rota mais segura para seguir. O Alice Band está em fase de testes e ainda não tem data para lançamento.

Já o MIT – Massachusetts Institute of Technology – criou um protótipo de anel com uma câmera integrada que permite que deficientes visuais, disléxicos e estudantes de idiomas estrangeiros leiam textos apenas passando o dedo por ele. Chamado de Finger Reader, ele depende de um software no celular ou notebook que narra o conteúdo lido em tempo real.

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