Publicado em: 10.maio.2017

Por: Acessibilidade na Prática

O Movimento Maio Amarelo nasceu com a proposta de chamar a atenção da sociedade para o alto índice de mortes e feridos no trânsito em todo o mundo. O objetivo do movimento é uma ação coordenada entre o Poder Público e a sociedade civil. A intenção é colocar em pauta o tema segurança viária e mobilizar toda a sociedade, envolvendo os mais diversos segmentos: órgãos de governos, empresas, entidades de classe, associações, federações e sociedade civil organizada para, fugindo das falácias cotidianas e costumeiras, efetivamente discutir o tema, engajar-se em ações e propagar o conhecimento, abordando toda a amplitude que a questão do trânsito exige, nas mais diferentes esferas. (maioamarelo.com

 

 

 


Neste ano, o tema definido pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran) para as campanhas educativas de trânsito no país, inclusive o Maio Amarelo, é “minha escolha faz a diferença”. A proposta do tema é conscientizar todos os envolvidos no trânsito de que os acidentes são os resultados das escolhas que cada um faz. (www.ms.gov.br)

 

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Publicado em: 09.maio.2017

Por: Acessibilidade na Prática

Seguidora (membro da equipe): Maria Alice Furrer Matos Rios
Twitter:[email protected]
Data das fotos: 03/05/2017
Local: Rua Rui Barbosa, 3244, quase esquina com a Rua Antônio Maria Coelho, Campo Grande – MS.
Descrição: Rampa associada à escada. A rampa é praticamente inútil, pois seu acesso é estreito e excessivamente inclinado lateralmente, além de possuir inclinação elevada e corrimãos inadequados. A escada também é estreita e com corrimãos inadequados. Fazer estruturas assim – de qualquer jeito – acaba atendendo poucas pessoas ou quase ninguém.

 

 

 

 

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Publicado em: 07.maio.2017

Por: Acessibilidade na Prática

Seguidora (membro da equipe): Maria Alice Furrer Matos Rios
Twitter:[email protected]
Data da foto: 03/05/2017
Local: Rua Dr. Eduardo Machado Metello, 445, Bairro Chácara Cachoeira, Campo Grande – MS.
Descrição: Sacos de lixo colocados sobre a calçada, obstruindo o piso tátil e atrapalhando a passagem de pedestres.

 

 

 

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Publicado em: 03.maio.2017

Por: Acessibilidade na Prática

Conseguir trabalho em tempos de recessão econômica é desafiador, e para quem tem deficiência o desafio é ainda maior. Mobilidade urbana deficitária, acessibilidade precária nos estabelecimentos, ausência de cultura inclusiva nas empresas e dificuldade para se qualificar são os fatores que mais atrapalham a vida de quem tem deficiência e sonha em melhorar de vida.

 

No entanto, alguns empreendedores “fora da curva” nos surpreendem positivamente ao abrirem suas empresas e suas mentes para a rica oportunidade de inserir alguém com deficiência nas suas equipes. É o caso da Labareda Boutique Sensual, que sob comando da Psicóloga Karina Brum, aceitou o desafio de contratar uma deficiente visual. Confira seu relato:

 

 

 

 

“A Labareda sempre buscou atender seus clientes com que há de melhor no segmento, priorizando discrição e inovação. Quando nos propusemos em contratar uma colaboradora com deficiência visual, tínhamos em mente proporcionar aos nossos clientes um atendimento mais “discreto”. Foi uma experiência desafiadora para nossa empresa e, principalmente, para mim. É muito mais tranquilo lidar com frustrações e dificuldades de pessoas que “enxergam”. Esta colaboradora superou todas as minhas (as nossas) expectativas. Dona de uma memória fenomenal, ela recebeu o mesmo treinamento dado às outras atendentes, e acredite, ela aprendeu tudo em menos de dez dias! Pessoas videntes ou “normais” – como algumas pessoas desinformadas insistem em dizer – demoram em média quatro meses para alcançar essa “proeza”. Ela conseguiu aprender, estudar e assimilar todas as informações em menos de quinze dias! Ela mesmo nos ensinou a etiquetar em braille os produtos. Alcançamos um mercado nunca antes atingido. Tivemos um aumento no número de clientes com deficiência e, como era esperado, os clientes do gênero masculino se sentiam muito mais à vontade em serem atendidos por ela do que pelas vendedoras que enxergam. Foi uma experiencia gratificante e enriquecedora. Aprendemos muito com essa colaboradora, uma menina batalhadora e de um bom humor invejável. Nada a tirava do sério, a não ser quando ela “se esquecia” de algum detalhe do tipo: falar com o cliente olhando pra ele. Ela se sentia mal quando não conseguia interagir com o cliente no campo sonoro e visual. Ela era muito vaidosa, uma mulher com “M” maiúsculo, e pasme: seu setor preferido para atender e vender era o de artigos fetichistas. Ela aprendeu mais de trinta tipos de nós da técnica de Shibari. Minhas funcionárias até hoje só sabem quatro (risos nervosos). Gostaria de ainda tê-la conosco, mas pessoas bem qualificadas como ela crescem e batem asas. Sentimos muito orgulho e alegria quando falamos dessa colaboradora, que nos trouxe dias de luz, de paz e, certamente, de boas vendas!”

Analisando pequenos exemplos como este, percebemos que pessoas com deficiência não precisam de “assistência” ou “favores”, mas de OPORTUNIDADES. Qualquer pessoa pode adquirir conhecimentos técnicos, principalmente se o lado humano estiver “em dia”, mas para isso é necessário proporcionar um ambiente de trabalho adequado, onde “todos” possam expressar suas potencialidades e concorrer entre si em igualdade de condições.

 

 

Leia também: Cartilha Negócios Acessíveis

 


Maria Alice e Frederico Rios


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Publicado em: 02.maio.2017

Por: Acessibilidade na Prática

Seguidora (membro da equipe): Maria Alice Furrer Matos Rios
Twitter:[email protected]
Data da foto: 26/04/2017
Local: Estacionamento da Farmácia Pague Menos, Avenida Ceará, 1826, Campo Grande – MS.
Descrição: Esta vaga reservada de estacionamento, além de estar ocupada indevidamente por uma motocicleta, não conta com sinalização vertical (placa) e possui uma área muito pequena, fazendo com que os veículos que a utilizam invadam a faixa livre da calçada e o piso tátil.



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Publicado em: 30.abril.2017

Por: Acessibilidade na Prática

Seguidora (membro da equipe): Maria Alice Furrer Matos Rios
Twitter:[email protected]
Data da foto: 29/04/2017
Local: Entrada do Shopping Campo Grande via estacionamento coberto, Campo Grande – MS.
Descrição: O cesto de lixo instalado na parede deveria estar sinalizado por piso tátil de alerta, pois se trata de um obstáculo suspenso, oferecendo assim riscos de colisão principalmente a deficientes visuais. Além disso, há um capacho solto no topo da rampa, atrapalhando a circulação de cadeira de rodas e podendo causar tropeços especialmente a usuários de bengalas, muletas e calçados de salto.



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Publicado em: 27.abril.2017

Por: Acessibilidade na Prática

Finalizando a nossa série de posts sobre da Tok&Stok Campo Grande, hoje conheceremos alguns aspectos do seu sanitário unissex acessível.

Abaixo podemos observar, respectivamente, as portas do sanitário feminino, do sanitário unissex acessível e do sanitário masculino, este último praticamente imperceptível pela imagem.


sanitárioO sanitário unissex acessível, foco deste post, contempla a especificação da norma técnica que diz: os sanitários, banheiros e vestiários acessíveis devem possuir entrada independente, de modo a possibilitar que a pessoa com deficiência possa utilizar a instalação sanitária acompanhada de uma pessoa do sexo oposto. ✔

A porta possui abertura para fora, facilitando sua remoção em casos de emergência. ✔

Há um revestimento de proteção na extremidade inferior da porta, o que é recomendado pela norma técnica brasileira. Esse revestimento deve estar na parte inferior da porta, inclusive no batente, até a altura de 0,40 m a partir do piso, sendo resistente a impactos provocados por bengalas, muletas e cadeiras de rodas. 

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