Publicado em: 05.abril.2015

Por: Acessibilidade na Prática

Seguidora: Juliane Bogdanovicz
E-mail: [email protected]
Data da foto: 20/03/2015
Local: Rua N quase esquina com a Avenida Bosque da Saúde, Bairro Bosque da Saúde, Cuiabá – MT.
Descrição: Veículo estacionado obstruindo o rebaixamento de guia.

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Publicado em: 01.abril.2015

Por: Acessibilidade na Prática

De acordo com décima revisão de classificação estatística internacional das doenças e problemas relacionados à saúde (CID-10), considera-se visão subnormal ou baixa visão quando o valor da acuidade visual corrigida no melhor olho é menor que 0,3 e maior ou igual a 0,05 ou seu campo visual é menor que 20 graus. E considera-se cegueira quando a acuidade visual se encontra abaixo de 0,05 ou campo visual menor do que 10 graus.

A Sociedade Brasileira de Visão Subnormal classifica a baixa visão com valores de acuidade um pouco diferentes. Para acessar todas as informações, clique aqui.

Faye (1990) define de forma didática três grupos de perfil de reposta visual, de acordo com a interação da doença ocular e a funcionalidade visual (correlação clínico-funcional):


Diminuição da transparência dos meios ópticos do globo ocular

São as alterações geradas pelas opacidades das estruturas oculares. As principais causas são: catarata, opacidade vítrea, lesões e ou opacidade de córnea, ceratocone e irregularidade do filme lacrimal.

Os pacientes apresentam acuidade visual reduzida de acordo com a intensidade da opacificação dos meios. Podem apresentar glare e redução da sensibilidade ao contraste.


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Os auxílios possíveis são correção óptica adequada, controle da iluminação e ajuste do contraste (por meio de auxílios ópticos e não ópticos), e em alguns casos pode haver melhora da resolução ao realizar um pequeno aumento da imagem.


Defeito de campo visual central


Representam o grupo de doenças que geram diminuição da visão no campo visual central. As principais causas são: degeneração macular relacionada à idade (DMRI), retinocoroidites maculares, distrofia de cones, doença de Stargardt e lesões das vias ópticas.

As alterações funcionais podem variar dependendo do grau de envolvimento macular, manifestando-se desde uma leve distorção da imagem até um escotoma central denso (ponto escuro). Pode levar a diminuição da acuidade visual, defeito da visão de cores e redução da sensibilidade ao contraste para altas e médias frequências.

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Publicado em: 31.março.2015

Por: Acessibilidade na Prática

Seguidora (membro da equipe): Maria Alice Furrer
Twitter: @marialiceff
Data da foto: 16/03/2015
Local: Rua Dom Ulrico esquina com a Avenida Visconde de Pelotas, Centro, João Pessoa – PB.
Descrição: Duas manilhas de concreto estão bloqueando um dos rebaixamentos de guia deste cruzamento, dificultando a passagem de cadeirantes e outras pessoas com dificuldade de locomoção.

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Publicado em: 30.março.2015

Por: Acessibilidade na Prática

Aconteceu nos dias 18, 19 e 20/03/2015, em João Pessoa (PB), o I Encontro de Acessibilidade na Prática, promovido pelo Laboratório de Pesquisas em Acessibilidade e Ergonomia (LacErgo) do Curso de Design de Interiores do IESP Faculdades.

Na primeira noite do evento, tive a satisfação de ministrar a palestra “Projetos acessíveis: burocracia, solidariedade ou oportunidade?”, onde abordamos dados do IBGE, postura dos profissionais da construção civil perante o mercado, viabilidade econômica de projetos acessíveis, casos práticos de perda de clientes com deficiência por estabelecimentos que não oferecem acessibilidade, entre outros assuntos.


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Também tive a honra de presidir – na segunda noite do evento – uma mesa redonda que abordou as principais dificuldades enfrentadas pelas pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida no seu cotidiano. Participaram comigo do debate Fábia Halana Pita (com quadro de paralisia cerebral), Joana Belarmino de Sousa (deficiente visual) e Ana Luísa Guedes (gestante).


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Publicado em: 29.março.2015

Por: Acessibilidade na Prática

Seguidora: Adriana Ferreira Marques Sá Köhler
Cidade: Curitiba – PR
E-mail: [email protected]
Data das fotos: 18/03/2015
Local: Rua Uruguai, Jardim Tropical, Cuiabá – MT.
Descrição: As rampas de acesso às garagens das casas impedem a passagem dos pedestres por esta calçada. O problema está presente em todo o quarteirão.

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Publicado em: 25.março.2015

Por: Acessibilidade na Prática

Em cidades com uma geografia irregular ou mal projetada, deficientes físicos e idosos tornam-se muito mais dependentes de outras pessoas ou de veículos próprios para se deslocar.

Na mesma onda da automação comercial e doméstica, os laboratórios de tecnologia estão atentos para esta situação e veem na acessibilidade para deficientes visuais um conjunto de necessidades a serem atendidas. Enquanto surgem tecnologias para tornar o ambiente doméstico mais prático, a vida pública também é beneficiada com gadgets que melhoram o deslocamento nas ruas.

A Intel, por exemplo, desenvolveu uma nova geração de chips para “dispositivos vestíveis”, conhecidos como wearables, do tamanho de um botão de camisa. Com lançamento previsto para o segundo semestre de 2015, os chips RealSense podem ser usados em roupas, óculos e outros acessórios, permitindo aos deficientes visuais uma “leitura” do ambiente com precisão ao processarem imagens em 3D. Bom né?


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Concorrendo com a mesma ideia, a Microsoft apresentou um conceito do “Alice Band”, um gadget vestível que auxilia deficientes visuais a interpretarem o ambiente ao seu redor, promovendo uma livre mobilidade já que cria condições para o usuário escolher a rota mais segura para seguir. O Alice Band está em fase de testes e ainda não tem data para lançamento.

Já o MIT – Massachusetts Institute of Technology – criou um protótipo de anel com uma câmera integrada que permite que deficientes visuais, disléxicos e estudantes de idiomas estrangeiros leiam textos apenas passando o dedo por ele. Chamado de Finger Reader, ele depende de um software no celular ou notebook que narra o conteúdo lido em tempo real.

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Publicado em: 24.março.2015

Por: Acessibilidade na Prática

Seguidor: Luciano de Oliveira
E-mail: [email protected]
Data das fotos: 12/03/2015
Local: Estacionamento da Prefeitura Municipal de Chapadão do Sul (MS).
Descrição: Veículo oficial da Prefeitura estacionado na vaga reservada para pessoas com deficiência.

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