Publicado em: 23.junho.2015

Por: Acessibilidade na Prática

Seguidor (membro da equipe): Diego Rios

Twitter: @dr_diegorios

Data da foto: 22/06/2015
Local: Avenida Afonso Pena esquina com a Travessa Dona Sabina, na frente do Bar Salomé, em Campo Grande – MS.
Descrição: A composição do piso tátil direcional e de alerta não está sinalizando adequadamente a presença de mudança de direção e do rebaixamento de guia localizados nesta esquina.

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Publicado em: 21.junho.2015

Por: Acessibilidade na Prática

Seguidora (membro da equipe): Maria Alice Furrer
Twitter: @marialiceff
Data da foto: 10/06/2015
Local: Rua 15 de Novembro esquina com a Rua 25 de Dezembro, Campo Grande – MS.
Descrição: Veículo estacionado obstruindo um rebaixamento de guia. 

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Publicado em: 17.junho.2015

Por: Acessibilidade na Prática

Há alguns anos, a aquisição de veículos por pessoas com deficiência tornou-se mais atrativa e acessível com a isenção de impostos como IPI, IOF, ICMS e IPVA. Para adquirir um carro com isenção de IPI e ICMS, o modelo escolhido deve custar no máximo R$ 70 mil, e o desconto com essas isenções pode chegar a 30%. Por outro lado, o desconto acaba se revertendo em custos com adaptação, onde o preço do conjunto de equipamentos pode variar entre R$ 5 mil e R$ 50 mil “aproximadamente”, podendo oscilar de acordo com as necessidades do beneficiário, tecnologia disponível nas lojas especializadas e se a pessoa com deficiência é ou não o condutor do veículo.



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Já falamos aqui no blog todo o passo-a-passo na hora de comprar o veículo e solicitar a isenção junto aos órgãos competentes. Mas antes de iniciar o processo de adaptação, o proprietário necessita de uma autorização para “adaptação de acessibilidade” no órgão competente, que varia de município para município. O documento custa cerca de R$ 350 e autoriza a modificação do veículo.



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Publicado em: 16.junho.2015

Por: Acessibilidade na Prática

Seguidora: Marina Almeida Souza
E-mail: [email protected]
Data das fotos: 09/06/2015
Local: Estacionamento do Banco Itaú, Avenida Mato Grosso 3005, Campo Grande – MS.
Descrição: Na mesma vaga reservada para pessoas com deficiência, um veículo a ocupa indevidamente e uma moto está estacionada em cima do seu espaço adicional de circulação (faixa amarela), impedindo a utilização da vaga por pessoas que realmente precisam dela.

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Publicado em: 14.junho.2015

Por: Acessibilidade na Prática

Seguidora: Marilda Costa
Twitter: @marildacr
Data das fotos: 09/06/2015
Local: Avenida Maurílio Biagi, Ribeirão Preto – SP.
Descrição: Neste lote, o revestimento da calçada é feito de placas de concreto. Além de pequenos desníveis entre as placas, há um imenso buraco formado pela ausência de uma dessas placas, o que impede a passagem de pedestres e pode ocasionar acidentes. Além disso, nos lotes vizinhos, há terra e grama ao invés de calçada, impossibilitando que um cadeirante, por exemplo, circule pelo local.

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Publicado em: 10.junho.2015

Por: Acessibilidade na Prática

Nos últimos anos, principalmente nas grandes cidades, o número de veículos circulando pelas ruas cresceu consideravelmente. Essa grande quantidade de carros e motos no trânsito agravou antigos problemas como aumento do número de acidentes e de congestionamentos. Tudo isso, somado à falta de planejamento urbano das nossas cidades, também agravou outro problema: a falta de estacionamento.

Nesse contexto, é comum observarmos Brasil afora diversos estabelecimentos comerciais utilizando suas calçadas como estacionamento para seus clientes. Em Campo Grande (MS) não é diferente. Basta darmos uma volta pela cidade para verificar vários estacionamentos que atrapalham a circulação dos pedestres, pois na grande maioria dos casos, os proprietários dos estabelecimentos desconhecem (ou fingem desconhecer) a maneira correta de se utilizar a “calçada” como estacionamento, mais conhecido como acomodação transversal de veículos.

 
Por outro lado, motoristas apressados, desrespeitosos e sem consciência têm o péssimo hábito de estacionar seus carros em qualquer lugar. Nesse caso, a culpa está muito longe de ser dos comerciantes.

Conheçamos abaixo alguns locais que priorizam apenas seus clientes “motorizados” ou que são frequentados por motoristas bastante mal educados.


IMG_1184 editEste estacionamento é do Eskina do Frango, localizado na Rua Rodolfo José Pinho esquina com a Rua Sebastião Lima. Os veículos estacionados na frente da entrada principal do prédio (voltada para a Rua Rodolfo José Pinho) invadem a faixa livre da calçada e, consequentemente, o piso tátil, atrapalhando a passagem de pessoas com ou sem dificuldade de locomoção. Se os motoristas estacionassem seus carros mais próximos ao prédio, talvez a passagem não fosse prejudicada, mas não é isso que acontece na prática. (Foto: 09/06/2015)



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Publicado em: 09.junho.2015

Por: Acessibilidade na Prática

Seguidora: Marina Almeida Souza
E-mail: [email protected]
Data da foto: 06/06/2015
Local: Acesso da Loja Hering, localizada no calçadão Arthur Bernardes, em Viçosa – MG.
Descrição: Para “facilitar” o acesso à loja, foram improvisados um degrau e uma rampa móveis, ambos revestidos de alumínio. Além do alumínio ser um material escorregadio quando molhado, as estruturas não possuem corrimãos e a rampa é muito inclinada. Tudo isso pode ocasionar acidentes e vir a machucar clientes.

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