Publicado em: 06.maio.2015

Por: Acessibilidade na Prática

Uma das maiores “tristezas” de quem tem comprometimento motor nas mãos é manusear os controles da TV, do DVD, do ar condicionado e de outros eletrodomésticos. Além dos botões geralmente serem muito pequenos, a base dos controles são abauladas, o que torna o controle instável numa superfície plana, por exemplo. Assim, é praticamente impossível acionar alguma função do controle remoto mesmo utilizando órteses.

Depois de muito quebrar a cabeça e de tentativas sem sucesso, minha Terapeuta Ocupacional, minha mãe e eu chegamos a uma solução para esse problema: uma caixinha de madeira.


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A caixa foi confeccionada de MDF e na medida dos controles. O comprimento foi baseado no controle maior, deixando um espaço de sobra na extremidade do transmissor do controle. A largura dos compartimentos foi dimensionada de acordo com a largura de cada controle.

Uma dica importante é sempre deixar uns 2 mm a mais na largura de cada compartimento. Isso permitirá revestir a caixa com tecido e, se necessário, calçar os controles com algum material para que fiquem firmes e estáveis.



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Publicado em: 05.maio.2015

Por: Acessibilidade na Prática

Seguidor (membro da equipe): Diego Rios

Twitter:[email protected]_diegorios

Data da foto: 01/05/2015
Local: Comper Hipercenter Nasser, Avenida Tamandaré 2957, Campo Grande – MS.
Descrição: Veículo estacionado sobre o espaço adicional de circulação (faixa amarela) das vagas reservadas. Além disso, nas próprias vagas, há cones e um carrinho de compras atrapalhando a utilização das mesmas, e não há nenhum funcionário do supermercado para retirá-los ou fiscalizar o estacionamento.


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Publicado em: 03.maio.2015

Por: Acessibilidade na Prática

Seguidora: Marilda Costa
Twitter:[email protected]
Data da foto: 30/04/2015 às 9:00h.
Local: Avenida Paschoal Bardaro, Ribeirão Preto – SP.
Descrição: Neste lote, existe um poste no meio de uma calçada estreita, impedindo a passagem dos pedestres.


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Publicado em: 29.abril.2015

Por: Acessibilidade na Prática

Auxílios e recursos para baixa visão

“Auxílios” são produtos, instrumentos, equipamentos ou tecnologia adaptada ou especialmente projetada para melhorar a funcionalidade da pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida, favorecendo a autonomia pessoal, total ou assistida. Basicamente, os auxílios para baixa visão podem ser divididos em: não ópticos, ópticos e eletrônicos.

Por meio dos avanços tecnológicos, pessoas com deficiência visual podem buscar novos recursos para a promover seu desempenho na realização de tarefas com consequente ganho em sua qualidade de vida. Logo abaixo citarei alguns recursos disponíveis no mercado atualmente.



Sistemas de videoampliação

Os auxílios de videoampliação, diferente dos auxílios ópticos, não sacrificam as propriedades da imagem para obter ampliação. São utilizados principalmente por pacientes com deficiência visual grave a profunda, quando os auxílios ópticos não proporcionam bons resultados.

De forma geral, o equipamento constitui de uma câmera, uma fonte de luz para iluminação do material a ser ampliado, um sistema óptico e um monitor apresentando variadas características e combinações. É importante ressaltar que quanto maior a ampliação maior a restrição do campo de visão.

Existem basicamente três tipos de auxílios de videoampliação:


• Modelo de mesa (desktop): É um monitor e uma câmera montada acima de uma bandeja móvel. O material a ser lido é posicionado abaixo de uma câmera fixa e a imagem é projetada na tela do monitor. Essa tecnologia permite o uso para a escrita, possibilita a adequação do contraste e do brilho, apresenta polaridades reversas, linhas-guia e ampliações variadas para facilitar a leitura. A desvantagem é que o modelo é caro, pesado e não é portátil.



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• Sistema manual de apoio (stand): O aparelho é constituído por uma câmera manual conectada por cabo a um monitor de televisão comum. A câmera é deslizada sobre o texto a ser lido. A ampliação é determinada pela distancia do material a ser lido: quanto menor a distancia do material, maior será a ampliação. O equipamento permite a leitura de superfícies curvas e tem controle de contraste e brilho. Atualmente existem modelos portáteis que já apresentam uma tela de cristal liquido, não necessitando ser acoplados a um monitor, porém requerem maior coordenação motora. O custo é acessível e a desvantagem é que o equipamento não facilita a escrita, ao contrário do modelo de mesa.


• Sistema de suporte para cabeça: Existem dois modelos: num a câmera e o monitor são montados no suporte para a cabeça e no outro modelo a câmera é manual e o somente o monitor é acoplado no suporte para a cabeça. Existem diferentes modelos, e alguns podem fazer ampliação para perto, longe e distancia intermediária. Possuem baterias e as desvantagens são o preço e falta de estética.

• Outros aparelhos: Lupas de apoio para ampliação com iluminação a led que podem ser conectadas a monitores de televisão e telescópio digital.



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Publicado em: 28.abril.2015

Por: Acessibilidade na Prática

Seguidora: Sandra Matos
E-mail: [email protected]
Data das fotos: 24/04/2015
Local: Estacionamento da Gráfica Pex, localizada na Avenida Mato Grosso 1316, em Campo Grande – MS.
Descrição: O estabelecimento disponibiliza uma vaga reservada para pessoas com deficiência, apesar da mesma estar sinalizada de forma incorreta. Entretanto, frequentemente são encontradas várias motos ocupando indevidamente esta vaga. 



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Publicado em: 26.abril.2015

Por: Acessibilidade na Prática

Seguidora (membro da equipe): Maria Alice Furrer
Twitter:[email protected]
Data das fotos: 24/04/2015
Local: Mais 5 Minutinhos Café, Rua Maracaju 1226, Campo Grande – MS.
Descrição: O estabelecimento coloca mesas e cadeiras sobre a calçada, dificultando a passagem de pedestres pelo local.

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Publicado em: 22.abril.2015

Por: Acessibilidade na Prática

Auxílios e recursos para baixa visão

“Auxílios” são produtos, instrumentos, equipamentos ou tecnologia adaptada ou especialmente projetada para melhorar a funcionalidade da pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida, favorecendo a autonomia pessoal, total ou assistida. Basicamente, os auxílios para baixa visão podem ser divididos em: não ópticos, ópticos e eletrônicos.

Os auxílios ópticos são os que, de acordo com suas características ópticas, promoverão o melhor desempenho visual da pessoa com baixa visão. Eles podem ser classificados em “auxílios ópticos para ampliação da imagem” e “auxílios ópticos para relocação e condensação da imagem retiniana”.



Auxílios ópticos para ampliação da imagem


Esses auxílios consistem em aumentar a imagem retiniana. Dentre as ferramentas, podemos dividir os auxílios em auxilio óptico de ampliação para perto ou para longe.



Auxílios óptico de ampliação para perto


Pode-se utilizar lentes convexas ou telescópios. As lentes podem ser montadas em armações de óculos, lupas manuais ou lupas de apoio.


• Lupas: As lupas têm a função de aumentar a imagem retiniana. São utilizadas lentes convexas ou uma combinação de lentes. As lupas podem ser manuais ou de apoio. A lupa manual deve estar posicionada na distância correta (distancia focal) para que os raios permaneçam paralelos. Quanto mais próximo a lupa do olho, maior o campo de visão. As lupas manuais apresentam diferentes distâncias de trabalho (objeto-lupa), portanto o paciente deve ser avaliado junto com o oftalmologista para a prescrição adequada. Alguns modelos têm luz acoplada e melhora a iluminação do ambiente quando essa não for o suficiente. As lupas de apoio apresentam um suporte rígido que é apoiado sobre o texto a ser lido, podendo alguns modelos apresentar ajuste do foco (correção de erros refracionais). As lupas são muito utilizadas em pacientes com glaucoma em estágios mais avançados ou retinose pigmentar.


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• Óculos binoculares e monoculares: Geralmente, para os óculos binoculares, são indicadas lentes esféricas positivas e lentes esferoprimáticas (com prisma posicionado para a base nasal em ambos os olhos). São indicados para pessoas com redução da acuidade visual para perto e próxima em ambos os olhos. O uso de lentes com prima posicionado na base nasal oferece maior conforto pois diminui a necessidade de convergência para a leitura de perto. Para os óculos monoculares existem diversos tipos de lentes, indicadas de acordo com a necessidade de dioptrias. Lentes esféricas (20 dioptrias), lentes asféricas (12-20 dioptrias), lentes microscópicas (24-48 dioptrias), doublets (2 lentes esféricas, 16-80 dioptrias), lentes bifocais (4-32 dioptrias). Lembrando que as lentes esféricas tem maior aberrações periféricas, e as asféricas e doublets tem aberrações óptica periférica reduzida.


• Sistemas telescópicos para perto (telemicroscópios): Os telemicroscópios são ferramentas que apresentam um menor campo de visão e uma menor profundidade de foco, porém seu uso é indicado para tarefas que requerem distâncias maiores que os outros recursos ópticos para perto (como leituras em distâncias maiores).



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