Publicado em: 06.janeiro.2016

Por: Acessibilidade na Prática

Meu nome é Reinaldo Moura, sou de Porto Alegre e passo alguns finais de semana em Capão da Canoa, uma cidade no litoral do Rio Grande do Sul. Já há algum tempo, quando vou a Capão da Canoa, uma situação me incomoda bastante. Com o objetivo de evitar o trânsito de bicicletas na Praça do Farol, foram colocadas barreiras que também, no mínimo, dificultam a passagem de qualquer pessoa com dificuldade de locomoção. Nem mesmo alguns carrinhos de bebê conseguem passar. Essas barreiras estão em todos os acessos da praça. 

 

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Publicado em: 05.janeiro.2016

Por: Acessibilidade na Prática

Seguidor: Dorival Cândido de Souza
E-mail: [email protected]
Data das fotos: 04/01/2016
Local: Estacionamento da Universidade Católica Dom Bosco (UCDB), Avenida Tamandaré 6000, Jardim Seminário, Campo Grande – MS.
Descrição: O estacionamento da instituição disponibiliza vagas reservadas para pessoas com deficiência, porém as vagas mostradas nas imagens abaixo possuem uma barra de ferro cravada no início de cada espaço adicional de circulação (faixa amarela), “provavelmente” para evitar que motoristas estacionem seus carros nesses espaços. No entanto, essas barras impedem que um cadeirante, por exemplo, saia de perto do seu veículo após o desembarque, pois a única forma de deixar o estacionamento e acessar a universidade é pelo espaço obstruído pela barra. Vale lembrar, ainda, que a norma técnica de acessibilidade não menciona ou recomenda esse tipo de “obstrução” nem nos espaços adicionais de circulação nem nas vagas.

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Publicado em: 04.janeiro.2016

Por: Acessibilidade na Prática

Seguidor (membro da equipe): Diego Rios
Twitter: @dr_diegorios
Data da foto: 19/12/2015
Local: Rua Silvina Tomé Veríssimo 20, Jardim Autonomista, na frente do Clube Estoril, Campo Grande – MS.
Descrição: A calçada do local é bastante estreita. Como se não bastasse, postes e placas diminuem ainda mais o espaço para a circulação de pedestres, impedindo a passagem de cadeirantes, carrinhos de bebê e outras pessoas com mobilidade reduzida.

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Publicado em: 09.dezembro.2015

Por: Acessibilidade na Prática

Em 2011, fizemos um post sobre maçanetas, demonstrando com exemplos alguns detalhes que as tornam acessíveis ou não. Hoje, veremos que, além das maçanetas, existem os puxadores e as barras antipânico.

Os elementos de acionamento para abertura de portas devem possuir formato de fácil pega, não exigindo firmeza, precisão ou torção do pulso para seu acionamento, e devem ser escolhidos para cada situação de acordo com a NBR 9050/2015.


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A figura acima, extraída da NBR 9050/2015, demostrando o que é uma maçaneta, um puxador vertical e um puxador horizontal, respectivamente.

As maçanetas devem preferencialmente ser do tipo alavanca (para facilitar o manuseio), possuir pelo menos 10 cm de comprimento, acabamento sem arestas e extremidade recurvada, apresentando uma distância mínima de 4 cm da superfície da porta (para facilitar o encaixe da mão). Devem ser instaladas a uma altura que pode variar entre 0,80 m e 1,10 m do piso acabado.

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Publicado em: 08.dezembro.2015

Por: Acessibilidade na Prática

Seguidor (membro da equipe): Frederico Rios
Twitter: @Fred_Rios
Data da foto: 03/12/2015
Local: Igreja São João Bosco, localizada no campus da Universidade Católica Dom Bosco (UCDB), Avenida Tamandaré 6000, Jardim Seminário, Campo Grande – MS.
Descrição: Construída recentemente, esta igreja possui uma rampa que dá acesso ao seu altar, possibilitando que pessoas com deficiência participem efetivamente da liturgia das celebrações, permitindo-as proclamar leituras, preces e salmos. Padres com deficiência ou padres idosos também são beneficiados pela rampa.

É bastante raro encontrarmos palcos que sejam acessíveis, principalmente altares de igrejas. Apesar de ser uma igreja nova, deve-se ressaltar que igrejas antigas e/ou tombadas pelo patrimônio histórico também podem ser adaptadas sem prejudicar sua estrutura original.

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Publicado em: 02.dezembro.2015

Por: Acessibilidade na Prática

Na atualização da norma técnica de acessibilidade, foi acrescido um tópico que até então não havia sido abordado na NBR 9050: o sanitário para pessoas ostomizadas.

São várias as razões pelas quais uma pessoa necessita ser ostomizada, ou seja, construir um novo caminho para a saída das fezes ou da urina para o exterior do corpo. Atualmente, esse tipo de intervenção se realiza criando um ostoma (ou estoma) na parede abdominal pelo qual as fezes (em consistência e quantidade variável) e a urina (em forma de gotas) são expelidas. Este ostoma, por suas características, não pode ser controlado voluntariamente, por isso a necessidade de se utilizar uma bolsa coletora de fezes ou urina. (Fonte: ABRASO)



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Foto: Inn Forma – Modeladores


A imagem acima ilustra um tipo de bolsa utilizada por pessoas ostomizadas. É nesta bolsa que são desprezadas fezes ou urina.


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Publicado em: 01.dezembro.2015

Por: Acessibilidade na Prática

Seguidora: Michelle Berbert Santos
E-mail: [email protected]
Data da foto: 27/11/2015 às 12:32h.
Local: Estacionamento do Supermercado Viscardi, Rua Eduardo Benjamin Hosken 86, Centro, Londrina – PR.
Descrição: Pelo menos duas vagas reservadas estão ocupadas por andaimes e um veículo sem credencial, atrapalhando a mobilidade de pessoas com deficiência que necessitam desembarcar para fazer suas compras.

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