Publicado em: 13.maio.2011

Por: Acessibilidade na Prática

Estas fotos e vídeo foram feitos dia 30/04/2011, no cruzamento entre a Avenida Afonso Pena e a Rua 14 de Julho, no Centro de Campo Grande.
 
 
No centro da foto, observamos um senhor com uma bengala, prestando atenção no semáforo para atravessar a via na faixa de pedestres.
 
O canteiro divisor de vias, onde o senhor se encontra, tem a calçada rebaixada, alinhada com a calçada da via oposta. Entretanto, existe um desnível entre o término deste rebaixamento e o asfalto, aumentando o risco de quedas. Além do desnível, o rebaixamento não possui piso tátil de alerta, em cor contrastante com a da calçada.
 
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Publicado em: 13.maio.2011

Por: Acessibilidade na Prática

Estes telefones públicos estão localizados fora da faixa livre de circulação da calçada, não interferindo na passagem de pedestres. Neste caso, observamos um telefone padrão e outro rebaixado, para atender pessoas de baixa estatura e cadeirantes.
 
 
 
 
Orelhões são considerados obstáculos suspensos, já que possuem volume maior na parte superior do que na base. Assim, deveriam ter sinalização tátil de alerta, a qual deve ser instalada perpendicularmente ao sentido de deslocamento. A superfície a ser sinalizada deve exceder em 60 cm a projeção do obstáculo, em toda a superfície ou somente no perímetro deste. Abaixo, um exemplo de sinalização tátil de alerta em obstáculos suspensos.

 

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Publicado em: 11.maio.2011

Por: Acessibilidade na Prática

O rebaixamento de guia (ou de calçada) junto às faixas de travessia de pedestres é um recurso que altera as condições normais da calçada, melhorando a acessibilidade aos pedestres em geral, aos portadores de deficiência ou com mobilidade reduzida e aos que portam carrinhos de mão ou grandes volumes de carga, quando pretendem efetuar a travessia de uma rua ou pista. (Fonte: www.ebah.com.br)

Estivemos passeando pelo Centro de Campo Grande, observando alguns rebaixamentos e conversando com a população. Confiram o que encontramos!


Av. Fernando Corrêa da Costa esquina com Rua 13 de Maio

– Cruzamento com rebaixamentos apenas em algumas guias, os quais não possuem manutenção nem estrutura adequada.


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Publicado em: 09.maio.2011

Por: Acessibilidade na Prática

No conto de fadas “A Branca de Neve e os Sete Anões” percebemos as diferenças entre as pessoas. Primeiramente as diferenças entre os anões. Todos com suas particularidades, provando que mesmo entre 7 anões aparentemente “idênticos”, cada um tem a sua “necessidade especial”.
 
A casa era acessível para a Branca de Neve?
 
Ao avistar a casa de longe, Branca de Neve falou: “parece uma casa de bonecas”. Ao entrar, teve que abaixar a cabeça. Chegou e percebeu sete cadeirinhas, sentando-se desajeitadamente em uma. No momento os anões não estavam, e ao perceber que a casa estava suja, decidiu dar uma mãozinha na limpeza. Mas… e se fosse uma faxineira que fosse limpar a casa e cozinhar pelo menos três vezes por semana? E se eles quisessem, por exemplo, convidar amigos de 1,70m?
 
Quando a Branca de Neve estava cansada juntou as sete caminhas para dormir.
 
 

 

A casa dos sete anões era acessível, e muito bem acessível, por sinal.

 
É legal uma residência ser 100% acessível para anão? Depende do ambiente.
 
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Publicado em: 06.maio.2011

Por: Acessibilidade na Prática

Este jovem de camiseta preta estacionou sua camionete numa vaga reservada para idosos, na Rua 13 de Maio, quase esquina com a Avenida Afonso Pena, no dia 30/04/2011 (sábado) pela manhã, no Centro de Campo Grande – MS.
 
 

 

 

Frederico Rios

 

Foto: Giuliano Lopes

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Publicado em: 04.maio.2011

Por: Acessibilidade na Prática

O Shopping Campo Grande, localizado na Avenida Afonso Pena 4909, possui vários problemas relacionados à acessibilidade.
 
Um dos membros de nossa equipe, Maria Alice, esteve fotografando o banheiro acessível da praça de alimentação. Vamos conferir!
 
 
– Sanitário localizado em rota acessível, próximo à circulação principal, integrado às demais instalações sanitárias;
 
– A placa com o Símbolo de Sanitário Feminino tem baixo contraste (cinza e branco), dificultando sua identificação. O ideal seria pictograma (figura) branco sobre fundo azul ou branco e preto (pictograma branco sobre fundo preto ou pictograma preto sobre fundo branco); /
 
– O boxe para bacia sanitária acessível é integrado aos demais. Além do sanitário acessível, recomenda-se a instalação de outro, que possa ser utilizado por uma pessoa em cadeira de rodas com um acompanhante de sexo diferente, com entrada independente e anexo aos demais sanitários; /
 
– O vão de entrada no sanitário feminino é satisfatório, permitindo a entrada de pessoas com cadeira de rodas.
 
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Publicado em: 02.maio.2011

Por: Acessibilidade na Prática

Assim como as esculturas vão tomando forma pelas mãos de quem as esculpe, as imagens, para quem não vê, se materializam pelo som das palavras. O que elas representam vão além de um simples significado ou descrição. Elas possibilitam, a essas pessoas, acessibilidade, por meio da atribuição de sentido e de significados ao que não pode ser tocado ou experimentado pela visão e, que passa a ser imaginado, interpretado e visto pelos ouvidos.
 
A técnica consiste no recurso da audiodescrição, que traduz imagens em palavras, expressões faciais e corporais em sentimentos e emoções. Os  cenários, figurinos, efeitos especiais, mudanças de tempo e espaço, leitura de créditos e paisagens ou qualquer outra informação relevante, ganham movimento, contorno e cor por meio das percepções imagéticas na mente do expectador com deficiência visual.
 
A audiodescrição como recurso de acessibilidade é mais um serviço de tecnologia assistiva que vem contribuir para a independência e autonomia da pessoa com deficiência visual. Consiste na narração clara e objetiva de todas as informações que aparecem visualmente, mas que não estão contidas nos diálogos. A técnica traz a formalidade para algo que, antes, era praticado de maneira informal, quando a descrição era solicitada mediante a ausência de pistas sonoras para o entendimento das cenas. Não destina-se apenas a obras cinematográficas, estendendo-se a comerciais, programas de televisão, teatro, musicais, shows e  apresentações em geral. Também é uma poderosa aliada do professor no espaço educativo, pois utilizando-se de tais técnicas o profissional da educação poderá tornar suas aulas muito mais atrativas e acessíveis, sem a necessidade de elaborar conteúdo diferenciado apenas para os alunos com deficiência visual. A descrição sonora do ambiente e de cenários estáticos – sem movimentos – também constitui o foco da audiodescrição, em museus e exposições.
 

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