Publicado em: 13.maio.2011

Por: Acessibilidade na Prática

Estes telefones públicos estão localizados fora da faixa livre de circulação da calçada, não interferindo na passagem de pedestres. Neste caso, observamos um telefone padrão e outro rebaixado, para atender pessoas de baixa estatura e cadeirantes.
 
 
 
 
Orelhões são considerados obstáculos suspensos, já que possuem volume maior na parte superior do que na base. Assim, deveriam ter sinalização tátil de alerta, a qual deve ser instalada perpendicularmente ao sentido de deslocamento. A superfície a ser sinalizada deve exceder em 60 cm a projeção do obstáculo, em toda a superfície ou somente no perímetro deste. Abaixo, um exemplo de sinalização tátil de alerta em obstáculos suspensos.

 

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Publicado em: 11.maio.2011

Por: Acessibilidade na Prática

O rebaixamento de guia (ou de calçada) junto às faixas de travessia de pedestres é um recurso que altera as condições normais da calçada, melhorando a acessibilidade aos pedestres em geral, aos portadores de deficiência ou com mobilidade reduzida e aos que portam carrinhos de mão ou grandes volumes de carga, quando pretendem efetuar a travessia de uma rua ou pista. (Fonte: www.ebah.com.br)

Estivemos passeando pelo Centro de Campo Grande, observando alguns rebaixamentos e conversando com a população. Confiram o que encontramos!


Av. Fernando Corrêa da Costa esquina com Rua 13 de Maio

– Cruzamento com rebaixamentos apenas em algumas guias, os quais não possuem manutenção nem estrutura adequada.


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Publicado em: 09.maio.2011

Por: Acessibilidade na Prática

No conto de fadas “A Branca de Neve e os Sete Anões” percebemos as diferenças entre as pessoas. Primeiramente as diferenças entre os anões. Todos com suas particularidades, provando que mesmo entre 7 anões aparentemente “idênticos”, cada um tem a sua “necessidade especial”.
 
A casa era acessível para a Branca de Neve?
 
Ao avistar a casa de longe, Branca de Neve falou: “parece uma casa de bonecas”. Ao entrar, teve que abaixar a cabeça. Chegou e percebeu sete cadeirinhas, sentando-se desajeitadamente em uma. No momento os anões não estavam, e ao perceber que a casa estava suja, decidiu dar uma mãozinha na limpeza. Mas… e se fosse uma faxineira que fosse limpar a casa e cozinhar pelo menos três vezes por semana? E se eles quisessem, por exemplo, convidar amigos de 1,70m?
 
Quando a Branca de Neve estava cansada juntou as sete caminhas para dormir.
 
 

 

A casa dos sete anões era acessível, e muito bem acessível, por sinal.

 
É legal uma residência ser 100% acessível para anão? Depende do ambiente.
 
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Publicado em: 06.maio.2011

Por: Acessibilidade na Prática

Este jovem de camiseta preta estacionou sua camionete numa vaga reservada para idosos, na Rua 13 de Maio, quase esquina com a Avenida Afonso Pena, no dia 30/04/2011 (sábado) pela manhã, no Centro de Campo Grande – MS.
 
 

 

 

Frederico Rios

 

Foto: Giuliano Lopes

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Publicado em: 04.maio.2011

Por: Acessibilidade na Prática

O Shopping Campo Grande, localizado na Avenida Afonso Pena 4909, possui vários problemas relacionados à acessibilidade.
 
Um dos membros de nossa equipe, Maria Alice, esteve fotografando o banheiro acessível da praça de alimentação. Vamos conferir!
 
 
– Sanitário localizado em rota acessível, próximo à circulação principal, integrado às demais instalações sanitárias;
 
– A placa com o Símbolo de Sanitário Feminino tem baixo contraste (cinza e branco), dificultando sua identificação. O ideal seria pictograma (figura) branco sobre fundo azul ou branco e preto (pictograma branco sobre fundo preto ou pictograma preto sobre fundo branco); /
 
– O boxe para bacia sanitária acessível é integrado aos demais. Além do sanitário acessível, recomenda-se a instalação de outro, que possa ser utilizado por uma pessoa em cadeira de rodas com um acompanhante de sexo diferente, com entrada independente e anexo aos demais sanitários; /
 
– O vão de entrada no sanitário feminino é satisfatório, permitindo a entrada de pessoas com cadeira de rodas.
 
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Publicado em: 02.maio.2011

Por: Acessibilidade na Prática

Assim como as esculturas vão tomando forma pelas mãos de quem as esculpe, as imagens, para quem não vê, se materializam pelo som das palavras. O que elas representam vão além de um simples significado ou descrição. Elas possibilitam, a essas pessoas, acessibilidade, por meio da atribuição de sentido e de significados ao que não pode ser tocado ou experimentado pela visão e, que passa a ser imaginado, interpretado e visto pelos ouvidos.
 
A técnica consiste no recurso da audiodescrição, que traduz imagens em palavras, expressões faciais e corporais em sentimentos e emoções. Os  cenários, figurinos, efeitos especiais, mudanças de tempo e espaço, leitura de créditos e paisagens ou qualquer outra informação relevante, ganham movimento, contorno e cor por meio das percepções imagéticas na mente do expectador com deficiência visual.
 
A audiodescrição como recurso de acessibilidade é mais um serviço de tecnologia assistiva que vem contribuir para a independência e autonomia da pessoa com deficiência visual. Consiste na narração clara e objetiva de todas as informações que aparecem visualmente, mas que não estão contidas nos diálogos. A técnica traz a formalidade para algo que, antes, era praticado de maneira informal, quando a descrição era solicitada mediante a ausência de pistas sonoras para o entendimento das cenas. Não destina-se apenas a obras cinematográficas, estendendo-se a comerciais, programas de televisão, teatro, musicais, shows e  apresentações em geral. Também é uma poderosa aliada do professor no espaço educativo, pois utilizando-se de tais técnicas o profissional da educação poderá tornar suas aulas muito mais atrativas e acessíveis, sem a necessidade de elaborar conteúdo diferenciado apenas para os alunos com deficiência visual. A descrição sonora do ambiente e de cenários estáticos – sem movimentos – também constitui o foco da audiodescrição, em museus e exposições.
 

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Publicado em: 25.abril.2011

Por: Acessibilidade na Prática

Empreender é uma arte que exige, dentre tantas outras características, foco nas metas e olho nas oportunidades! Assim, todo empreendedor deve manter-se atento às tendências e oportunidades que o mercado apresenta.
 
A ACESSIBILIDADE é o conjunto de condições necessárias para que qualquer pessoa, em especial as pessoas com deficiência ou com redução em sua mobilidade, possam utilizar, com segurança e autonomia, qualquer espaço público ou privado.
 
Observando o mercado, é fácil perceber as inúmeras dificuldades enfrentadas por essas pessoas no dia a dia. Falta visão empreendedora? Talvez…
 
O mais recente censo do IBGE, por exemplo, constatou que 15% da população brasileira possui algum tipo de deficiência. Um mercado carente de soluções e opções em todas as áreas.
 
A realidade é que poucos empreendedores conseguiram perceber que, através da ACESSIBILIDADE, há um amplo mercado a ser explorado, sendo possível ampliar seus resultados. Esta oportunidade pode ser explorada de uma forma até simples, através de ações que tornem seu empreendimento acessível, com rampas de acesso, banheiros adaptados, vagas de estacionamento, dentre outras soluções. Apesar de obrigatório por lei, nem todos os estabelecimentos cumprem esta determinação, abrindo espaço para os que cumprem, criando seu diferencial no mercado. Basta divulgar!
 
Além disso, é possível aproveitar as oportunidades de forma mais direcionada, como o desenvolvimento de soluções específicas para esse público. Recentemente, em 2010, uma Feira do Empreendedor promovida pelo Sebrae no Rio Grande do Norte, apresentou produtos e serviços voltados para pessoas com deficiência. Entre os produtos apresentados estavam "cadeiras anfíbias", que permitem que cadeirantes tenham acesso à praia, além de raquetes de frescobol e pranchas adaptadas para cadeirantes.
 
As pessoas com deficiência possuem necessidades como qualquer outra, porém de forma adaptada. Então, abrindo ainda mais esse leque, é possível perceber que é justamente nessa adaptação que a acessibilidade se apresenta como uma grande tendência de negócios para um mercado pouco explorado, mas que possui vasto horizonte a ser desbravado. Pense nas necessidades de talheres adaptados, opções para transporte, acesso a computadores e Internet, dentre muitas outras necessidades do dia a dia.
 
Todo esse investimento, sobretudo, demonstra às pessoas que a empresa tem “Responsabilidade Social”. Porém, aos mais céticos, com foco somente em números e resultados, saibam que o Empreendedorismo pode surgir por duas diferentes formas de motivação:
 
1) Empreendedorismo por NECESSIDADE, normalmente motivado pela falta de alternativa satisfatória de ocupação e renda, onde a pessoa resolve iniciar um negócio que atenda sua necessidade pessoal e familiar, focado exclusivamente em alguma habilidade pessoal, como costurar ou cozinhar, por exemplo.
 
2) Empreendedorismo por OPORTUNIDADE, motivado pela percepção de um nicho de mercado, de necessidades não satisfeitas, de problemas enfrentados pelas pessoas. Com base nas informações deste mercado, o empreendedor percebe a OPORTUNIDADE e prepara-se para oferecer reais soluções que atendam a esta demanda.
 
Então reflita: melhor abrir um empreendimento só olhando para a minha necessidade, pedindo "por favor" para que alguém compre meu produto e/ou serviço, ou focar nas reais OPORTUNIDADES que o mercado está mostrando?
 
O foco nas grandes e reais OPORTUNIDADES do mercado pode ser seu grande diferencial. E a ACESSIBILIDADE se apresenta como uma grande OPORTUNIDADE para EMPREENDEDORES. Busque informações, estude, planeje-se, aproveite a oportunidade e desfrute dos RE$ULTADO$!
 
 
Marco Aurélio Boza
 
Administrador, Empresário, COACH Empresarial, Facilitador do Programa EMPRETEC (Sebrae/ONU), Consultor de Finanças Pessoais.
 
 
Twitter: @MarcoBoza
 
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