Publicado em: 29.setembro.2011

Por: Acessibilidade na Prática

Dando continuidade à nossa Série de postagens sobre calçadas reformadas e construídas recentemente em Campo Grande.
 

Rua Antônio Maria Coelho, entre as Ruas Bahia e Rio Grande do Sul

O primeiro lote (parte inferior da foto) possui revestimento antiderrapante, porém com rachaduras. Já o lote acima apresenta revestimento com cerâmica, o qual não é antiderrapante. Ambos os lotes possuem piso tátil em cor contrastante com a do piso e faixa livre de circulação adequada.
 
Notem a presença de piso tátil de alerta entre um lote e outro, porém qual a sua função? Alertar a mudança de lote? Este tipo de sinalização não é prevista na NBR9050, onde o piso tátil de alerta deve ser instalado em situações pontuais.
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Publicado em: 27.setembro.2011

Por: Acessibilidade na Prática

Seguidora: Juliana Panissa
Twitter: @jupanissa
Data: 15/09/2011
Local: Restaurante "O Sertanejo", em Itaquaquecetuba – SP. (www.osertanejo.com.br)


Descrição: Rampa de acesso ao nível superior do restaurante. Ralo para escoamento de água da chuva logo abaixo da rampa, formando um degrau.


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Publicado em: 25.setembro.2011

Por: Acessibilidade na Prática

Há alguns dias, divulgamos aqui no blog as condições da Acessibilidade na Câmara Municipal de Campo Grande.

Por se tratar de um prédio extenso e com muitos detalhes, deixamos para mostrar o "Plenarinho" em outro post. E aqui está!

O Plenário Edroim Reverdito, mais conhecido como "Plenarinho", é um auditório o qual também faz parte da Câmara Municipal, porém com dimensões menores que as do Plenário Principal. Este local é utilizado para reuniões menores, como audiências públicas, por exmplo.

Confiram!

 
Entrada do “Plenarinho” com sinalização apenas visual, acima da porta. Esta sinalização deveria estar no centro da porta ou na parede adjacente, ocupando área entre 1,40 m e 1,60 m do piso. Além desta informação visual, deveria haver a sinalização tátil (em Braille ou texto em relevo) localizada nos batentes ou vedo adjacente (parede, divisória ou painel), no lado onde estiver a maçaneta, a uma altura entre 0,90 m e 1,10 m. 

A diferença da altura de instalação da sinalização visual e tátil (mencionada acima) existe porque uma altura confortável e acessível de alcance visual é diferente da do alcance manual, por isso os parâmetros descritos na NBR9050 são diferentes.
 
Porta de correr, com vão livre satisfatório, permitindo a passagem de uma cadeira de rodas, por exemplo. A abertura da porta é suave, com puxador vertical, permitindo que pessoas com pouca mobilidade de mãos realizem seu acionamento.

 
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Publicado em: 22.setembro.2011

Por: Acessibilidade na Prática

Seguidora: Larissa Santos
Cidade: João Pessoa – PB / Natal – RN
Twitter: @larissansns
Local das fotos: Universidade Federal do Rio Grande do Norte (Natal – RN)
Data: 27/07/2011
Descrição: Mais uma vez, os pisos táteis de alerta tomando conta das calçadas em Natal. A UFRN está inteira rodeada de pisos táteis instalados inadequadamente nas calçadas, muitas delas nem são utilizadas (pois o mato já invadiu por cima do piso tátil e tudo). Neste caso,  fizeram um “desenho” com os pisos, como o utilizado pela NBR 9050 para indicar rebaixamento de calçada junto à travessia de pedestre. Porém, o desnível nesta calçada é mínimo e nem é contínuo, não necessitando tanto alerta para o usuário. Sinalizaram ainda uma “guia” que nem está rebaixada, pois a lombofaixa já vem ao encontro da calçada, mas observem que ela não encontra a calçada, deixando um espaço de uns 20 cm e uma diferença de nível para ser vencido por uma cadeira de rodas.





 
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Publicado em: 21.setembro.2011

Por: Acessibilidade na Prática

Documentário produzido em setembro de 2011 pela Assessoria de Comunicação do Ministério Público Federal em Mato Grosso do Sul. Comemora o Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência (21 de setembro).

Abaixo, três versões do vídeo: sem legenda, com legenda e traduzido em Libras.


Versão sem legenda

Link acessível: http://youtu.be/25fqAKNhPU8
 

 
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Publicado em: 20.setembro.2011

Por: Acessibilidade na Prática

O Brasil é um país com uma população total de 190.755.799 habitantes,  segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) 2010, distribuídos por uma extensão territorial de 8.502.728,269 Km2.
 
O País caminha velozmente rumo a um perfil demográfico cada vez mais envelhecido, pois o índice de envelhecimento aponta para mudanças na estrutura etária da população brasileira. Em 2008, para cada grupo de 100 crianças de 0 a 14 anos, existiam 24,7 idosos de 65 anos ou mais. Em 2050, o quadro muda e para cada 100 crianças de 0 a 14 anos existirão 172,7 idosos.
 
Os resultados do Censo 2000 mostram que, aproximadamente, 24,6 milhões de pessoas, ou 14,5% da população total, apresentam algum tipo de deficiência. O IBGE levou em conta que deficientes são pessoas com ao menos alguma dificuldade de enxergar, ouvir, locomover-se ou alguma deficiência física ou mental.
 
É importante destacar que a proporção de deficientes aumenta com a idade, passando de 4,3% nas crianças até 14 anos para 54% do total das pessoas com idade superior a 65 anos. À medida que a estrutura da população está mais envelhecida, a proporção de pessoas com deficiência aumenta, surgindo um novo elenco de demandas para atender as necessidades específicas deste grupo. Abaixo, o gráfico ilustra os números referentes à distribuição por tipo de deficiência:

 
 
 
 
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Publicado em: 18.setembro.2011

Por: Acessibilidade na Prática

Dando continuidade à nossa Série de postagens sobre calçadas reformadas e construídas recentemente em Campo Grande.


Rua Bahia esquina com Rua Antônio Maria Coelho
 
Presença de piso tátil direcional e de alerta. Neste caso, o piso tátil de alerta está presente para alertar a entrada e saída de veículos. Quando os veículos estacionam nesta área, a faixa livre de circulação dos pedestres fica estreitada, não obedecendo o mínimo admissível de 1,20 m estabelecido pela NBR9050. 
 
No canto direito da calçada existem rachaduras e desnivelamentos. Em toda a extensão deste lote o revestimento é antiderrapante.
 
Existe um ponto de ônibus (de cor laranja, ao fundo da foto), o qual não possui sinalização tátil. 

 
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