Publicado em: 02.novembro.2016

Por: Acessibilidade na Prática

A Arquiteta Paula Magalhães assinou o ambiente Banho Público, exposto na Casa Cor MS 2016. Além de fazer parte da mostra, este ambiente também foi utilizado pelos visitantes durante o evento, principalmente por estar próximo ao restaurante.

O Banho Público foi subdividido em três ambientes: sanitário masculino, sanitário feminino e sanitário unissex acessível. Confiram a seguir alguns detalhes do sanitário acessível!

 

01Esta é a parede da entrada do ambiente, contendo o Símbolo de Sanitário Feminino, o Símbolo Internacional de Acesso, o Símbolo de Sanitário Masculino e alguns quadros.

Apesar dos símbolos utilizados nesta sinalização estarem representados nos formatos corretos, as cores não estão de acordo com as recomendações técnicas. Os pictogramas pretos sobre a parede verde escura dificultam a visualização.


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Publicado em: 01.novembro.2016

Por: Acessibilidade na Prática

Seguidor (membro da equipe): Frederico Rios
Twitter:[email protected]_Rios
Data da foto: 26/10/2016
Local: Rua Coronel Cacildo Arantes, esquina com a Rua Dr. Eduardo Machado Metelo, Bairro Chácara Cachoeira, Campo Grande – MS.
Descrição: O prédio deste lote ainda está em construção. Nesta fase, os responsáveis pela obra interditaram a área da calçada – que está no chão batido – para realizar as devidas benfeitorias. Entretanto, o que pouca gente sabe é que o responsável pela obra deve manter o passeio acessível, sinalizado e isolado durante a execução dos serviços, o que não observamos neste caso.

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Publicado em: 30.outubro.2016

Por: Acessibilidade na Prática

Seguidora (membro da equipe): Maria Alice Furrer Matos Rios
Twitter:[email protected]
Data das fotos: 21/09/2016
Local: Rua Rio Grande do Sul, esquina com a Rua das Garças, Campo Grande – MS.
Descrição: Vários carros estacionados sobre a calçada, bloqueando a passagem de pedestres por inteiro.

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Publicado em: 26.outubro.2016

Por: Acessibilidade na Prática

Ao longo da minha trajetória profissional me deparo com a lamentável realidade de conhecer muitas empresas de pequeno, médio e grande porte que limitam suas práticas inclusivas ao cumprimento da Lei de Cotas e selecionam seus profissionais considerando primeiramente a deficiência, desconsiderando suas competências técnicas, emocionais e potencial a ser desenvolvido.

 

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Felizmente algumas empresas estão implementando práticas totalmente diferenciadas e estão obtendo grandes êxitos no que se refere a diminuição do turnover e absenteísmo de profissionais com deficiência, seu comprometimento com os resultados organizacionais, desejo de obter maior conhecimento técnico e desenvolvimento pessoal e uma mistura de sentimentos de lealdade e gratidão à empresa. Estes e outros resultados organizacionais são promovidos a partir da implantação genuína de duas técnicas amplamente aplicadas na gestão dos profissionais ditos “normais”. Estamos falando do Reconhecimento e senso de Pertencimento, ambos intimamente relacionadas.

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Publicado em: 25.outubro.2016

Por: Acessibilidade na Prática

Seguidora (membro da equipe): Maria Alice Furrer Matos Rios
Twitter:[email protected]
Data da foto: 21/09/2016
Local: Farmalabe Farmácia de Manipulação, Avenida Afonso Pena 4255, Campo Grande – MS.
Descrição: O estabelecimento possui acesso com escada associada a uma plataforma elevatória, além de uma vaga de estacionamento reservada para pessoas com deficiência. No entanto, há uma moto estacionada indevidamente na vaga reservada, impedindo sua utilização por algum cliente que realmente necessite.

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Publicado em: 23.outubro.2016

Por: Acessibilidade na Prática

Seguidor (membro da equipe): Frederico Rios
Twitter:[email protected]_Rios
Data das fotos: 06/10/2016
Local: Avenida Afonso Pena 3997, quase esquina com a Rua Paraíba, Campo Grande – MS.
Descrição: A calçada do lote da esquina possui piso regular, firme e estável, porém não conta com piso tátil. Já a calçada do lote vizinho possui piso tátil, porém o restante do seu revestimento é irregular e trepidante. Além disso, há um desnível considerável na junção das calçadas dos dois lotes, dificultando a circulação e oferecendo riscos de queda a qualquer pessoa. No meu caso, que sou cadeirante e não tenho o tronco muito firme, precisei de ajuda para transpor esse “degrau”.

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Publicado em: 19.outubro.2016

Por: Acessibilidade na Prática

Mato Grosso do Sul recebeu sua 4ª edição da Casa Cor entre os dias 26 de agosto e 12 de outubro de 2016. A mostra foi realizada na Mansão dos Dibo, localizada na Avenida Afonso Pena nº 4025, em Campo Grande. A casa, construída da década de 1980 e projetada pelo Arquiteto Rubens Gil de Camillo, manteve o brutalismo do projeto original mesmo com a repaginada da mostra, onde os Arquitetos e Designers se apropriaram de elementos como vigas aparentes, efeito ripado no teto, claraboias e pisos de madeira. (Informações: casacorms.com.br e campograndenews.com.br)

Pela terceira vez consecutiva, nós do blog visitamos a Casa Cor MS para analisar as condições de acesso oferecidas aos visitantes e, quem sabe, encontrar algum ambiente projetado para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. Confira!

 

Chegando à mostra


O evento não contava com estacionamento, por isso tivemos que estacionar na rua. Como se trata de uma região movimentada da cidade, conseguimos uma vaga apenas em uma das ruas transversais à Avenida Afonso Pena.

Para chegar à mostra, foi necessário passar por calçadas com pisos razoavelmente acessíveis, porém com vários obstáculos:

 

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Calçada que ligava o evento à Rua Espírito Santo. O revestimento é regular, firme e estável (blocos de concreto), contendo também piso tátil direcional, entretanto a calçada dá num tapume de uma obra ao lado da Casa Cor, dificultando a passagem.

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