Flagrante – Paulo Marcio

Publicado em: 22.dezembro.2011

Por: Acessibilidade na Prática

Seguidor: Paulo Marcio Machado Metello
Cidade: Campo Grande – MS
E-mail: [email protected]
Data da foto: 09/12/2011 às 12:41h.
Local: Patio Bella Vista, Santiago – Chile.
Descrição: Escadaria com uma rampa entremeada, perfeitamente executada. Serve tanto para andantes como cadeirantes.
Acessibilidade na Prática: É uma ideia diferente e criativa! Entretanto, alguns ítens tornariam esta estrutura mais acessível: corrimãos na rampa, piso menos irregular, maior largura da rampa e sinalização nas bordas dos degraus.
 


Quem quiser saber mais sobre este recurso arquitetônico, acesse o post Escada-rampa, no blog da Arquiteta Elisa Prado.
 

9 ideias sobre “Flagrante – Paulo Marcio

  1. Por favor, corrija meu nome não é Renato – é Paulo Marcio. Seria interessante se este site não apresentasse apenas "falta" de acessibilidade, encontrando defeitos em tudo.

    • Olá, Paulo.

      Peço desculpas pelo erro. Já corrigi no post.

      Nosso objetivo não é "encontrar defeitos em tudo", mas "levantar os pontos positivos e negativos", fazendo as análises com imparcialidade e divulgando tudo que envolve a acessibilidade. 

      Caso tenha interesse, acesse outros posts do blog e verá que abordamos o assunto de forma bastante abrangente.

      Agradecemos mais uma vez sua contribuição com nosso blog. 

      Abraços e boas festas!

      • Frederico; agradeço a correção do nome  afinal é o que nos identifica – você, por exemplo tem o mesmo nome do meu avô, por isso me identifiquei consigo. Não queria causar polêmica sobre os flagrantes do blog – todos evidentemente são relevantes, quer sejam positivos ou negativos, principalmente para quem sente o problema da falta de acessibilidade no cotidiano e percebe a ignorância das autoridades sobre o assunto. Retribuo votos de Próspero Ano Novo a você, extensivos a todos que porventura lerem. Paulo Marcio Metello, de Campo Grande.

    • Olá, Paulo!
       
      Inicialmente, informo que um dos primeiros flagrantes postados pelo Blog foi positivo (disponível em http://www.acessibilidadenapratica.com.br/flagrantes-dos-seguidores/primeiros-flagrantes-enviados-pelos-seguidores/ , sendo o 4o post de baixo para cima).
       
      Além disso, o espaço dos "Flagrantes dos seguidores" é reservado exclusivamente para conteúdo enviado pelos seguidores. Portanto, caso o Blog receba um flagrante (positivo ou negativo), e não possua conteúdo ou conotação ofensivo ou ilegal, ele é publicado, sem distinção. Ocorre que os flagrantes recebidos são, em sua imensa maioria, negativos, e acredito que isto não ocorre por acaso, mas sim porque as situações negativas, infelizmente, ainda ocorrem com frequência muito maior.

  2. Olá. Vejo muitas fotos de escada-rampa por aí… a estrutura realmente pede atenção, não oferece segurança. Se houvesse um local apenas de degraus (estes, de acordo com a norma) e o resto fosse de rampa COM corrimão, seria bem melhor. Até vemos isso alí no canto esquerdo da foto, percebemos que as pessoas descem por alí, pq será? Pq ninguém quer subir degraus interrompidos por inclinação de rampas. Não podemos fingir que não vimos isso, quem trabalha com acessibilidade sabe que é perigoso uma rampa estreita e sem corrimão. "Este site" não encontra defeito em tudo, mas analisa a situação como ela é. O que falta é absorver a informação que  que a gente não sabe e somá-la ao nosso conhecimento.. e não discutir por uma coisa que achamos estar correta. Gostei do flagra enviado como bom exemplo e, mais ainda, do alerta deste site para este tipo de "bom exemplo". Beijos, ANP

  3. Interessante essa "escadaria-rampa", mas me pareceu um pouco perigosa para descê-la em cadeira de rodas. E se fossem colocados corrimãos, conforme sugerido no blog, pois perderia o seu sentido como "escada". De qualquer forma, valeu pela ideia. O importante é que todos paremos para pensar mais um pouco sobre o assunto.

  4. Olá, acabei de entrar aqui pela primeira vez e ver o site, sou estudante de arquitetura e sempre tenho problemas para resolver a acessibilidade, especialmente porque moro em uma cidade com relevo bastante acidentado e é impossível fazer alguma solução plasticamente legal e que possibilite acessibilidade! Essas escadas/rampa eu tinha achado super legal, porém vcs criticam e dizem que não é acessível, dessa forma volto à mesma idéia que sempre tive, que a única solução de acordo com as normas hiper rigidas de acessibilidade é aquela rampa zigue zague e uma escada do lado. Aqui na minha cidade há um parque numa serra, é o ponto mais alto da cidade, uma serra bastante ingreme, daí os arquitetos que o projetaram fizeram rampas acessiveis pra todo lado cortando todo o parque e impremeabilizando boa parte do topo do morro que era fantástico para trekking antes e agora é totalmente urbanizado, cheio de corrimãos e rampas, pra mim aquilo foi um estupro na paisagem natural que existia ali, e sinceramente eu nunca vi nenhum cadeirante usando, sempre converso e procuro saber se alguém ja viu e a resposta é sempre negativa. Não sei uma resposta pra isso, fico em conflitos constantes quanto a isso na minha vida acadêmica e creio que permanecerei na vida profissional.

    • Olá, Bárbara!

      O que temos visto é que os cursos de Arquitetura deixam muito a desejar quanto ao ensino de soluções para problemas de acessibilidade, obrigando os acadêmicos e profissionais da área a buscarem esse conhecimento em cursos específicos, fora da Universidade.

      Não é que somos contra à escada-rampa, é que esta estrutura realmente não traz segurança aos usuários e deixa a desejar em alguns aspectos quanto à norma técnica, como a ausência de corrimãos, por exemplo.

      Eu não vejo as normas de acessibilidade como rígidas, mas sim como um embasamento técnico para que possamos executar um projeto, não impedindo de usarmos e abusarmos da nossa criatividade. Neste caso que você citou da sua cidade, imagino que, talvez, um elevador ou algum outro tipo de equipamento poderia resolver o problema sem estragar a paisagem do lugar, e muitas vezes essas tecnologias não alteram tanto o custo da obra.

      Já a questão se há ou não usuários para as rampas construídas no local que você citou, temos de pensar que um cadeirante, por exemplo, precisa de acessibilidade desde sua casa até seu destino. Isso engloba calçadas, transporte público, estacionamento e a acessibilidade propriamente dita no restante do local, além das rampas.

      Obrigado por acessar e participar do nosso blog! Acho muito importante essa troca de experiências e informações. Se quiser conversar mais sobre esse e outros assuntos, envie-nos um e-mail: [email protected].

      Abraços!

  5. Achei o flagra também muito perigoso, bonito plasticamente, mas inviável. Lembro que pensamos sempre no outro como cadeirante ou portador de necessidades especiais, mas nada nos garante de amanhã estarmos no outro lado. Há os idosos, gestantes e obesos que carecem de acesso facilitado. Parabéns pelo blog e a todos pelas postagens.

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