Publicado em: 19.junho.2013

Por: Frederico Rios

Relato enviado pela seguidora Fernanda Lacerda.

É fato que os aeroportos do Brasil estão tentando adaptar suas estruturas para receber passageiros com algum tipo de deficiência, mas essa realidade muda de cenário quando parte dessa responsabilidade passa para as empresas aéreas. Na semana passada, viajei do Pará ao Rio de Janeiro e constatei algumas situações graves e de simples solução.
 
Escolhi a empresa Azul Linhas Aéreas para fazer esse roteiro e já na ida me deparei com a primeira situação de falta de ACESSIBILIDADE: a empresa utiliza vans (da Citroën) para transportar os passageiros entre terminais, como é o caso de Brasília, e entre aeronaves, como acontece em Belo Horizonte (Confins). Esses veículos não possuem nenhum tipo de corrimão de apoio para subir ou descer deles. Se o passageiro possui alguma limitação, corre o risco de sofrer uma queda, pois o único local de apoio é a própria porta do veículo. Ahhh! E também não há espaço adequado para passageiros cadeirantes.

Imagem da Internet
 
A falta de preparo dos funcionários para lidar com 'prioridades' é outra questão grave. Comigo aconteceu na viagem de volta ao Pará: tive que ficar em pé, acompanhada de mães com crianças de colo, por loooongos minutos na pista, ao lado de uma aeronave, a espera da tal van sem acessibilidade. Quando esta chegou, tivemos que nos virar para subir e, claro, para descer. Em nenhum momento os funcionários se propuseram a dar algum tipo de assistência. Sorte minha que aprendi a “me virar”. Fomos deixados na parte inferior de um dos terminais de Confins, e de lá ouvimos um “me sigam” de uma funcionária, a qual, em seguida, saiu às pressas caminhando pelo aeroporto para nos “levar” até a outra aeronave. O longo percurso ficou ainda mais complicado quando tivemos que subir uma escadaria enorme. A funcionária? A perdemos de vista, já que estávamos andando no ritmo que nos era possível. Um despreparo total!!! Depois ela apareceu no topo da escada com ares de “estou com pressa”, e assim seguiu até nos ver embarcando.
 
Realmente a empresa precisa investir em treinamento para seus funcionários sobre esse tipo de atendimento, mas independente de ser profissional ou não, gentileza a gente deve exercer em todos os momentos da vida. E se não se aprende em casa, é difícil agregar este valor no perfil profissional.

Quando cheguei de viagem, enviei um e-mail pra Azul reportando o caso, mas até agora não me deram retorno.


Fernanda Lacerda é Jornalista, pós-graduada em Comunicação Empresarial pela Cândido Mendes e em Gestão Responsável para a Sustentabilidade pela Fundação Dom Cabral. Ela possui sequelas da Poliomielite e, por isso, tem dificuldade para se locomover, principalmente subir ou descer escadas, degraus mais altos, entre outras.

 
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Publicado em: 18.junho.2013

Por: Frederico Rios

Seguidora: Claudia Dias
Twitter: @Claudiaa_Dias
Data da foto: 07/06/2013
Local: Rua Maracaju 1564, em frente à Agência do Banco do Brasil, em Campo Grande – MS.
Descrição: Veículo obstruindo um rebaixamento de guia. De acordo com o proprietário do estabelecimento comercial em frente, o veículo ficou estacionado no local durante todo o período da manhã.


 
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Publicado em: 16.junho.2013

Por: Frederico Rios

Um dos maiores “símbolos” da luta pela acessibilidade são as vagas de estacionamento. Prova disso são os inúmeros flagrantes de desrespeito ou falta dessas estruturas que recebemos aqui no blog. Pessoas com e sem deficiência estão sempre de olho, principalmente depois da reconhecida campanha “Esta vaga não é sua nem por um minuto!”. Conheçam um pouco mais sobre essa campanha:
 
Link acessível: http://youtu.be/wcPht1QVNjo
 

 

Acredito que boa parte das pessoas já entende a importância de uma vaga reservada adequada, apesar de esta ser apenas uma dentre diversas outras estruturas essenciais para facilitar a vida de pessoas com alguma dificuldade de locomoção. No entanto, se analisarmos outros fatores, a coisa fica preocupante.
 
De acordo com o último censo do IBGE (2010), existem no Brasil aproximadamente 45,6 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência (aproximadamente 23% da população), as quais, por direito, podem utilizar tais vagas desde que possuam o cartão de estacionamento. Se considerarmos, ainda, o envelhecimento da população e o aumento da expectativa de vida do brasileiro, este número será ainda maior, pois contabilizaremos também os idosos.
 
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Publicado em: 09.junho.2013

Por: Frederico Rios

Seguidor (membro da equipe): Diego Rios
Twitter: @DR_DiegoRios
Data das fotos: 01/06/2013
Local: Shopping Norte Sul Plaza, Campo Grande – MS.
Descrição: No banheiro masculino, o mictório destinado a pessoas de baixa estatura estava sendo utilizado para guardar equipamentos de limpeza. Além disso, nenhuma das cubas dos lavatórios é adaptada para pessoas de baixa estatura, tampouco possuem altura adequada para o uso por cadeirantes.
 
 


 
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Publicado em: 06.junho.2013

Por: Frederico Rios

Seguidor (membro da equipe): Geovani Lopes
E-mail: geovani.marques@hotmail.com
Data da foto: 22/05/2013
Local: Pátio Brasil Shopping, Brasília – DF.
Descrição: Há uma rampa com corrimãos para facilitar o acesso ao shopping. Entretanto, o aspersor para aguar a grama molha também a rampa, deixando a estrutura escorregadia, podendo causar acidentes, além de molhar as pessoas. 


 
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Publicado em: 05.junho.2013

Por: Maria Alice Furrer


 
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Publicado em: 30.maio.2013

Por: Frederico Rios

Seguidor (membro da equipe): Diego Rios
Twitter: @DR_DiegoRios
Data da foto: 20/03/2013
Local: Itaú da Rua Barão do Rio Branco, Campo Grande – MS.
Descrição: Veículo estacionado na frente da vaga reservada, bloqueando o acesso à mesma.
 

 
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