Publicado em: 28.setembro.2016

Por: Acessibilidade na Prática

O Cartório do 1º Ofício de Notas de Campo Grande (MS), Cartório Tomazoni, fica localizado na Rua Euclides da Cunha 140, Jardim dos Estados.

Confira neste post alguns detalhes do acesso ao prédio.


rampa escadaNas edificações e equipamentos urbanos, todas as entradas devem ser acessíveis, bem como as rotas de interligação às principais funções do edifício. Assim, podemos dizer que o acesso do estabelecimento contempla essa especificação da norma técnica, já que possui uma escada associada a uma rampa na sua entrada principal. Entretanto, não basta apenas que o prédio disponha de tais estruturas, mas elas precisam ser realmente acessíveis.

Iniciando pela escada, por se tratar de uma escadaria com largura superior a 2,40 m, há um corrimão intermediário, ou seja, entre os corrimãos bilaterais, atendendo aos critérios técnicos.

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Publicado em: 27.setembro.2016

Por: Acessibilidade na Prática

Seguidor: Alessandro Fernandes
Twitter:[email protected]
Data das fotos: 07/07/2016
Local: Rua Sergipe, esquina com a Rua Gonçalves Dias, Belo Horizonte – MG.
Descrição: 
1ª Foto: Rebaixamento de guia com um degrau quase “invisível”, mas que pode causar quedas de cadeirantes. À direita do rebaixamento, mais ao fundo, há uma tampa de inspeção escorregadia, uma grelha de metal com vãos largos e uma corrente no chão (deixada pelos responsáveis do bar da esquina), atrapalhando a circulação e oferecendo riscos de queda aos pedestres. À esquerda do rebaixamento, também ao fundo, há buracos e uma tampa de bueiro desnivelada com a calçada, dificultando a passagem das pessoas, especialmente as com dificuldade de locomoção;
2ª Foto: Grelha de metal mal conservada e com vãos largos no sentido do fluxo de pedestres, podendo causar acidentes;
3ª Foto: Grelha de concreto com vãos largos, onde um cadeirante pode facilmente cair com a roda dianteira da cadeira de rodas e sofrer uma queda. Essa grelha está localizada sobre a calçada, à frente do rebaixamento de guia.


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Publicado em: 25.setembro.2016

Por: Acessibilidade na Prática

Seguidora (membro da equipe): Maria Alice Furrer Matos Rios
Twitter:[email protected]
Data das fotos: 10/09/2016
Local: Rua Piratininga, esquina com a Rua Princesa Izabel, Campo Grande – MS.
Descrição: Calçada estreita, estreitada ainda mais por um poste e um orelhão. Apesar de ser possível a passagem de um cadeirante, o orelhão configura-se como um obstáculo suspenso não sinalizado, oferecendo risco de colisão principalmente para deficientes visuais.

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Publicado em: 21.setembro.2016

Por: Acessibilidade na Prática

Sempre gostei de estrada, conhecer lugares diferentes e fazer novas amizades, mas antes do meu acidente eu era muito mais “viajador” do que sou hoje. Devido à minha dificuldade de locomoção, penso umas dez vezes antes mesmo de começar a planejar uma viagem, especialmente se for de avião. Se para um “ser normal” já não é fácil encarar aeroportos com estrutura deficiente e serviços ruins, imagina para um tetraplégico. Os perrengues são diversos, mas certamente os maiores transtornos ocorrem nos embarques e desembarques.

O Aeroporto de Campo Grande demorou uma “eternidade” para disponibilizar o tão sonhado ambulift aos seus usuários, e depois de tanta espera, pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida nem sempre podem usufruir desse equipamento, que além de estar de acordo com as normas da ANAC, oferece um embarque muito mais seguro e confortável naqueles aeroportos onde não há finger.

Sempre que vou embarcar ou desembarcar em Campo Grande fico esperando pelo velho procedimento de ser carregado na minha própria cadeira de rodas ou em alguma daquelas cadeiras mecanizadas que sobem escadas. Porém, nas minhas duas últimas viagens, fiquei com “aquela expectativa” de usar o ambulift, pois sabia que o aeroporto já contava com o equipamento, mas fiquei só na vontade. Justificativas pouco convincentes não faltaram por parte da companhia aérea, apesar da responsabilidade, no caso do Aeroporto de Campo Grande, ser da INFRAERO.


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Diferentemente das outras vezes, nessa eu resolvi tomar um atitude diferente ao invés de apenas reclamar com a companhia: fiz uma reclamação à INFRAERO e formalizei uma denúncia no Ministério Público Federal, que em abril passou a disponibilizar o “SAC MPF”, um aplicativo pelo qual você pode fazer denúncias e obter várias informações.

Acho que cansei de ser pacífico e tentar resolver esse tipo de problema sempre “numa boa”. Se você também está cansado, reclame seus direitos e denuncie esse tipo de irregularidade aos órgãos competentes:
“SAC MPF” – Aplicativo do Ministério Público Federal

Site do Ministério Público Federal

Ouvidoria da INFRAERO

Ouvidoria da ANAC

 

Tanto a reclamação à INFRAERO quanto a denúncia no MPF foram realizadas no dia 21/09/2016 via internet. Assim que tiver qualquer novidade, atualizarei este post e informarei nas nossas redes sociais.


Leia também: Ambulift do Aeroporto Internacional de Campo Grande


Abraços!!!


Frederico Rios


Atualizações sobre o caso

21/09/2016 – Denúncias ao MPF/MS e INFRAERO por meio dos seus respectivos sites:

Descrição da manifestação


Sou tetraplégico, portanto usuário de cadeira de rodas. Em 11/09/2016, tomei o voo JJ3611 da TAM com destino a São Paulo (Aeroporto de Guarulhos). Mesmo tendo feito check-in com mais de duas horas de antecedência e tendo informado à companhia aérea sobre minhas condições de mobilidade, inclusive apresentando o MEDIF para desconto no preço da passagem da minha cuidadora, o embarque no Aeroporto Internacional de Campo Grande foi realizado por meio de uma cadeira mecanizada, sendo que a INFRAERO possui um ambulift disponível no aeroporto. Essa forma de embarque, além de insegura, não atende às normas de segurança e de acessibilidade estabelecidas pela ANAC.


O mesmo fato ocorreu quando desembarquei de volta em Campo Grande, no voo JJ3592 da TAM, dia 16/09/2016.


Desde que o ambulift foi disponibilizado no Aeroporto de Campo Grande, não utilizei o equipamento em nenhuma outra viagem que fiz, porém não tenho informações detalhadas dos respectivos voos para compor esta denúncia.



Solicitação


Solicito que a INFRAERO seja responsabilizada e faça o uso do ambulift sempre que necessário. Solicito também que as companhias aéreas seja fiscalizadas se estão ou não solicitando o equipamento à INFRAERO.



23/09/2016 – Resposta da INFRAERO por e-mail, dizendo que eu deveria fazer uma reclamação à ANAC:


“Prezado Senhor,


Em atenção ao Relato de Atendimento Nº 6104/2016, ouvida a Superintendência do Aeroporto Internacional de Campo Grande, por meio do despacho registrado no Sistema de Ouvidoria, fomos assim informados: “Esclarecemos a V.Sa. que o órgão responsável pela regulamentação e fiscalização dos serviços de competência das companhias aéreas é a Agência Nacional de Aviação Civil – ANAC. Assim sendo, caso tenha interesse, registre a sua manifestação naquela agência, por meio do link www.anac.gov.br/falecomaanac ou pelo telefone 163, para as devidas providências. A ANAC orienta que antes de registrar uma reclamação é recomendável procurar a empresa que prestou o serviço e obter o número de protocolo de atendimento”.


Ouvidoria da INFRAERO”


23/09/2016 – Reclamação à INFRAERO pelo Twitter:

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Link do tweet: https://twitter.com/Fred_Rios/status/779295355095646208

 


28/09/2016
– Resposta da INFRAERO pelo Twitter (via mensagem direta), dizendo que a companhia aérea, no caso a TAM, não solicitou o ambulift para ser utilizado nos voos mencionados por mim:

“Bom dia, Frederico! Ratificamos que o órgão regulador que fiscaliza os serviços de competência das empresas aéreas é a Agência de Aviação Civil – ANAC, que através da Resolução nº280/Anac determina que a empresa aérea deve prestar, tempestivamente, as informações de embarque e desembarque de PNAE para fins de alocação da aeronave em ponte de embarque ou provimento de equipamento de ascenso e descenso ou rampa (Art. 20 e 21).

Porém, em que pese a comunicação do senhor passageiro à empresa aérea acerca de suas condições de mobilidade, esclarecemos que a Infraero não recebeu informação, por parte daquela empresa, de embarque de passageiro com necessidade de assistência especial nos voos JJ3611, de 11/09/2016 e JJ3592, de 16/09/2016.

Salientamos que a Infraero dispõe de um equipamento ambulift na localidade, que estava operacional e disponível para uso por parte das empresas aéreas que solicitassem o atendimento, porém, o equipamento não foi solicitado nos dias dos referidos voos, tendo a empresa aérea optado por atender ao passageiro com a cadeira motorizada.

Esclarecemos ainda que, conforme § 2º do Artigo 20 da Resolução 280/Anac, transcrito abaixo, é facultado à empresa aérea operar seu próprio equipamento:

“Art. 20 – O embarque e o desembarque do PNAE que dependa de assistência do tipo STCR, WCHS ou WCHC devem ser realizados preferencialmente por pontes de embarque, podendo também ser realizados por equipamento de ascenso e descenso ou rampa.
(…)
§ 2º É facultado ao operador aéreo disponibilizar e operar seu próprio equipamento de ascenso e descenso ou rampa”.


Continuamos à disposição.


Equipe Infraero”

Para visualizar a tela do Twitter contendo a mensagem acima, clique aqui.


28/09/2016 – Denúncia do mesmo caso à TAM e à ANAC.


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Publicado em: 13.setembro.2016

Por: Acessibilidade na Prática

Seguidora (membro da equipe): Maria Alice Furrer Matos Rios
Twitter:[email protected]
Data da foto: 06/09/2016
Local: Rua Dona Ambrosina, esquina com a Rua 15 de Novembro, Campo Grande – MS.
Descrição: Rampa sem corrimãos e sem sinalização. Além de ser uma estrutura de difícil utilização, é também perigosa.

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Publicado em: 11.setembro.2016

Por: Acessibilidade na Prática

Seguidora (membro da equipe): Maria Alice Furrer Matos Rios
Twitter:[email protected]
Data da foto: 06/09/2016
Local: Rua Dona Ambrosina, entre a Rua 15 de Novembro e a Avenida Ricardo Brandão, Campo Grande – MS.
Descrição: Calçadas em péssimo estado, num local de alto fluxo de pedestres, inclusive de pessoas com deficiência que realizam tratamento na Clínica Escola da Uniderp.  

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Publicado em: 07.setembro.2016

Por: Acessibilidade na Prática

Antes do lançamento da NBR 16537/2016, muitos eram os questionamentos com relação a cor, tamanho e outras especificações do piso tátil, já que a NBR 9050 não sanava todas essas dúvidas. Agora, com uma norma técnica específica para piso tátil, podemos seguir critérios mais precisos e detalhados, evitando a construção de ambientes com poluição tátil-visual e sem padronização, além de melhorar a usabilidade das pessoas que dependem desse tipo de sinalização para se locomover.

Neste post, vamos abordar alguns requisitos do piso tátil com relação à sua largura e cor.


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A largura e a cor das faixas que compõem uma sinalização tátil direcional devem ser constantes, ou seja, nada de fazer um “carnaval” de cores, como na foto acima. Essa prática inadequada, além de tornar o ambiente confuso e esteticamente cansativo, atrapalha a interpretação da sinalização, lembrando que nem todos os deficientes visuais são totalmente cegos (há o grupo das pessoas com diferentes tipos de baixa visão).


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