Publicado em: 30.novembro.2016

Por: Acessibilidade na Prática

Por morar minha vida inteira no Mato Grosso do Sul, vez ou outra eu programava uma pescaria com amigos ou familiares num dos diversos rios do nosso estado, mas confesso que pescar nunca esteve entre minhas melhores habilidades antes de me tornar tetraplégico. Tenho amigos muito mais “tarados” por pescaria do que eu, alguns até cadeirantes, que sempre dão um jeitinho de passar horas ou até dias no mato pescando.

 

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Foto: 7 Dias à Toa



Nos últimos anos, o “turismo acessível” ou “adaptado” vem ganhando cada vez mais adeptos no Brasil, especialmente o Ecoturismo e o Turismo de Aventura. Algumas cidades como Socorro (SP) e Bonito (MS) já possuem certa estrutura para receber pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, mas devemos reconhecer que é muito difícil proporcionar total autonomia em passeios onde há matas, rios, tirolesas, bote inflável e escaladas. Nesses casos, o atendimento e o monitoramento por pessoas treinadas é imprescindível.

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Publicado em: 29.novembro.2016

Por: Acessibilidade na Prática

Seguidora: Claudia Dias
Twitter: @Claudiaa_Dias
Data da foto: 28/11/2016
Local: Rua Abrão Júlio Rahe 54, em frente à Uniprime, Campo Grande – MS.
Descrição: Veículo estacionado obstruindo o rebaixamento de guia.

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Publicado em: 27.novembro.2016

Por: Acessibilidade na Prática

Seguidora (membro da equipe): Maria Alice Furrer Matos Rios
Twitter:[email protected]
Data da foto: 03/10/2016
Local: Rua Jeribá, esquina com a Avenida Ministro João Arinos, Campo Grande – MS.
Descrição: Duas motos estacionadas sobre o espaço adicional de circulação (faixa amarela) da vaga reservada para pessoas com deficiência, atrapalhando a utilização por quem realmente precisa dela.

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Publicado em: 02.novembro.2016

Por: Acessibilidade na Prática

A Arquiteta Paula Magalhães assinou o ambiente Banho Público, exposto na Casa Cor MS 2016. Além de fazer parte da mostra, este ambiente também foi utilizado pelos visitantes durante o evento, principalmente por estar próximo ao restaurante.

O Banho Público foi subdividido em três ambientes: sanitário masculino, sanitário feminino e sanitário unissex acessível. Confiram a seguir alguns detalhes do sanitário acessível!

 

01Esta é a parede da entrada do ambiente, contendo o Símbolo de Sanitário Feminino, o Símbolo Internacional de Acesso, o Símbolo de Sanitário Masculino e alguns quadros.

Apesar dos símbolos utilizados nesta sinalização estarem representados nos formatos corretos, as cores não estão de acordo com as recomendações técnicas. Os pictogramas pretos sobre a parede verde escura dificultam a visualização.


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Publicado em: 01.novembro.2016

Por: Acessibilidade na Prática

Seguidor (membro da equipe): Frederico Rios
Twitter:[email protected]_Rios
Data da foto: 26/10/2016
Local: Rua Coronel Cacildo Arantes, esquina com a Rua Dr. Eduardo Machado Metelo, Bairro Chácara Cachoeira, Campo Grande – MS.
Descrição: O prédio deste lote ainda está em construção. Nesta fase, os responsáveis pela obra interditaram a área da calçada – que está no chão batido – para realizar as devidas benfeitorias. Entretanto, o que pouca gente sabe é que o responsável pela obra deve manter o passeio acessível, sinalizado e isolado durante a execução dos serviços, o que não observamos neste caso.

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Publicado em: 30.outubro.2016

Por: Acessibilidade na Prática

Seguidora (membro da equipe): Maria Alice Furrer Matos Rios
Twitter:[email protected]
Data das fotos: 21/09/2016
Local: Rua Rio Grande do Sul, esquina com a Rua das Garças, Campo Grande – MS.
Descrição: Vários carros estacionados sobre a calçada, bloqueando a passagem de pedestres por inteiro.

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Publicado em: 26.outubro.2016

Por: Acessibilidade na Prática

Ao longo da minha trajetória profissional me deparo com a lamentável realidade de conhecer muitas empresas de pequeno, médio e grande porte que limitam suas práticas inclusivas ao cumprimento da Lei de Cotas e selecionam seus profissionais considerando primeiramente a deficiência, desconsiderando suas competências técnicas, emocionais e potencial a ser desenvolvido.

 

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Felizmente algumas empresas estão implementando práticas totalmente diferenciadas e estão obtendo grandes êxitos no que se refere a diminuição do turnover e absenteísmo de profissionais com deficiência, seu comprometimento com os resultados organizacionais, desejo de obter maior conhecimento técnico e desenvolvimento pessoal e uma mistura de sentimentos de lealdade e gratidão à empresa. Estes e outros resultados organizacionais são promovidos a partir da implantação genuína de duas técnicas amplamente aplicadas na gestão dos profissionais ditos “normais”. Estamos falando do Reconhecimento e senso de Pertencimento, ambos intimamente relacionadas.

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